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Donos de bares, restaurantes e similares iniciam movimento para reabrir as portas

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O Governador do Pará Helder Barbalho publicou novo decreto reforçando o fechamento de todos os shoppings, bares e restaurantes do estado. A determinação faz parte das ações de prevenção do Governo contra a pandemia do novo coronavírus (Covid-19). A medida foi publicada em edição extra do Diário Oficial do Estado e segue em vigor por tempo indeterminado.

Assim, fechados há 17 dias, e sem previsão para ser reabertos, os bares restaurantes e similares de Parauapebas já contabilizam grande número de perdas no faturamento e, consequentemente, já começaram a acionar a “válvula de escape”, também conhecida como demissão. Junto com as demissões de funcionários diretos, também ocorrem as dispensas de fornecedores de produtos e serviços e esses também são obrigados a promover demissões.


Diante do “fim do túnel sem luz”, vários profissionais e empresários dos citados segmentos começam a se organizar para enfrentar o “momento de crise”, tendo feito para isso uma reunião na noite de ontem (6), com o objetivo de unir forças e estratégias para se reunir com o prefeito de Parauapebas, Darci Lermen, quando pretendem levar propostas de aberturas com condicionantes e assim livrar que muitos venham a “quebrar”, o que trará instabilidade para a economia do município.

O Sindicado das Empresas de Alimentação de Hospedagem de Parauapebas (SEAHPAR) foi convidado para a reunião, pois, já vinha fazendo um trabalho de articulação no sentido de reabrir os comércios por ele representado. Assim o presidente da entidade, Jânio Valadares, explicou aos presentes como está o atual momento, já tendo inclusive enviado carta aberta ao prefeito de Parauapebas na qual solicita um conjunto de medidas municipais no intuito de apoio às micro e pequenas empresas deste segmento, tão importante na geração de emprego e renda em nossa cidade.

“Nossa estimativa, caso as empresas continuem fechadas durante 15 dias será a perda imediata de 500 postos de trabalho. Caso o fechamento seja por período superior, o número de demissões poderá chegar a 1 mil, totalizando 1,5 mil empregos diretos e até 6 mil empregos indiretos”, alerta um trecho da carta, que segue destacando as propostas abaixo que poderão ser implantadas pela Prefeitura com o objetivo de flexibilizar e minimizar os impactados durante esta crise:

1) Prorrogação por 120 dias dos Alvarás Municipais (Funcionamento, Vigilância Sanitária e Meio Ambiente);

2) Parcelamento das taxas para concessão dos Alvarás em 3 vezes após os 120 dias;

3) Parcelamento do IPTU para as empresas após o segundo semestre;

4) Liberação para funcionamento dos bares, restaurantes e similares (que possuam todos os alvarás) para a venda de seus produtos, respeitando todos os protocolos de segurança sanitário e mantendo distância mínima das mesas de 2 metros, sendo no máximo até 15 mesas por estabelecimento e 4 pessoas por mesa;

5) Determinação de equipe para a fiscalização sanitária das medidas de flexibilização aprovadas;

6) Revogação para a reabertura de rede hoteleira, com medidas protetivas e de segurança;

7) Inclusão de linha de crédito junto ao Banco do Povo, específica ao segmento de hospedagem e alimentação.

De acordo com os presentes na reunião e confirmado por Jânio Valadares, nos próximos dias serão colhidas mais propostas trazidas por donos dos respectivos segmentos comerciais para serem apresentadas em reunião com o prefeito Darci.

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