Drogas sintéticas são tiradas de circulação pela polícia em Parauapebas

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As drogas sintéticas estão em alta no Brasil. Segundo o Escritório de Drogas e Crime das Nações Unidas (Unodc), entre 2008 e 2013, surgiram 350 novos tipos de drogas sintéticas no país. Batizadas por nomes esquisitos, como krokodil, pó de anjo e miau miau, essas drogas se juntam a outras mais antigas, como ecstasy e LSD, e causam preocupação nas autoridades sanitárias.

Essas drogas sintéticas representam um grande problema de saúde pública e, geralmente, são produzidas a partir de uma ou várias substâncias químicas psicoativas, como anfetaminas, metanfetamina e ácido lisérgico. As substâncias, ao serem ingeridas, inaladas, fumadas ou injetadas, provocam alucinações porque afetam o sistema nervoso central.
A maior parte do consumo das drogas sintéticas no Brasil ocorre entre os jovens e em contextos festivos.


Além disso, como todos os demais entorpecentes o comércio de drogas sintéticas, também qualificado como tráfico de drogas, fomenta o cometimento do crime, desde os homicídios pela disputa de áreas de comando feito por facções, e também delitos menores como, por exemplo, furtos, roubos e até latrocínios, já que muitos viciados se envolvem nesses atos para conseguir alimentar o vício.

Mas, em Parauapebas as polícias Civil e Militar têm obtido êxito combatendo esse mal silencioso, conseguindo prender traficantes e desmantelar quadrilhas que têm o intento de criar forças na região.

Uma dessas ações exitosas ocorreu na última sexta-feira (19), quando foi abordado um homem com atitudes suspeitas foram observados por agentes da Polícia Militar em um posto de combustíveis na Avenida Liberdade, Bairro Rio Verde, com quem foi encontrada oito unidades de uma substância desconhecida, mas, que o mesmo confessou ser LSD/ESCTASY, entorpecente sintético e que ele fazia comércio do citado material ilícito.

Preso, o suspeito foi identificado com sendo Eduardo Luís Lisbinski Júnior, e afirmou de pronto que em sua residência, em um residencial, havia mais daquela droga; para onde a polícia se dirigiu e entrou no local com permissão do mesmo.

No alvo das buscas foram encontrados outros dois homens, sendo Felipe da Rosa Borges e Herick Fereira da Silva. O primeiro compartilha a casa com Eduardo Luís e disse não saber do negócio ilícito com colega; já o outro admitiu ser cliente do mesmo na compra dos entorpecentes. Ambos foram conduzidos para a 20ª Seccional de Polícia Civil, em Parauapebas, como testemunhas no caso.

Na residência, a polícia militar encontrou outras 1.203 unidades da mesma substância, como as outras oito já apreendidas com Eduardo Luís, totalizando 1.211, motivo suficiente para que o traficante recebesse voz de prisão e fosse apresentado na 20ª Seccional de Polícia Civil para responder por tráfico de entorpecentes.

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