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Educação de Parauapebas encerra ciclo de dois anos com 12 escolas construídas

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Ao longo de 2013 e 2014, uma dúzia de escolas, o mesmo número de unidades educacionais que a administração anterior construiu ao longo de oito anos. É como se o prefeito e a secretária entregassem, em média, uma escola à comunidade parauapebense a cada dois meses. Os dados constam no Relatório de Atividades da Subcoordenadoria de Educação, que pontua as ações realizadas pelo setor, vinculado à Secretaria Municipal de Obras (Semob), ao longo deste ano.

Dados do relatório apontam que o governo Valmir Mariano entregou sete novas escolas em 2013 (cinco de ensino fundamental, sendo três indígenas; e duas de educação infantil) e cinco em 2014 (três de ensino fundamental e duas de educação infantil). Ao todo, as 12 escolas beneficiam 11 mil estudantes, sendo que as cinco de ensino fundamental entregues na zona urbana foram responsáveis por eliminar de vez 11 anexos.


Ao longo de 2014, a Semed encomendou à Semob a reforma e ou ampliação de 17 unidades escolares, cujos contratos encontram-se vigentes. Grande parte das unidades educacionais deve ser entregue antes do início do ano letivo, como é o caso da Escola Municipal de Ensino Fundamental Cecília Meireles, no Bairro União, que vai beneficiar cerca de 2.000 alunos dos ensinos fundamental e médio.

INVESTIMENTO

O levantamento realizado pela Subcoordenadoria de Educação e da contabilidade da Semed contabiliza, também, que apenas em 2014 a Semed investiu cerca de R$ 31,7 milhões em obras educacionais, sendo R$ 21,1 milhões destinados à construção de dez novas unidades que vão ficar prontas em 2015, e outros R$ 10,6 milhões aplicados na reforma de prédios já em funcionamento.

Para a secretária Juliana de Souza, investir em infraestrutura escolar é pensar no futuro, no bem-estar dos alunos e em atraí-los para a sala de aula. “Há diversos estudos que indicam que as obras de educação trazem, tanto para equipe gestora quanto para professores e alunos, a vontade de estar dentro da escola, o prazer de sentir-se bem dentro dela”, informa a gestora. “Quando o aluno é bem acolhido e estuda numa escola bonita e que tenha condições de recebê-lo confortavelmente, isso se torna um ponto positivo e permite que os indicadores educacionais sejam alavancados sobremaneira”, explica.

PERSPECTIVAS PARA 2015

Em 2015, a secretária que já acumula até o momento três prêmios nacionais Gestor Nota 10 (2013 e 2014) e o Palma de Ouro (2014), terá várias obras para entregar. As primeiras serão duas escolas novinhas em folha: uma de ensino fundamental na Palmares II e a outra uma creche construída com recursos federais e contrapartida municipal no Bairro Jardim Canadá. Ainda no primeiro semestre do ano, está prevista a entrega de, pelo menos, cinco outras creches conseguidas pela Semed junto ao Ministério da Educação (MEC), por meio do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), e fiscalizadas pela Semob.

“O planejamento para o município do futuro é para que não tenhamos déficit de salas de aula e para que, com nossas creches, mães de família tenham a possibilidade de trabalhar enquanto seus filhos sejam acolhidos e despertem o aprendizado em escolas com qualidade de primeira”, destaca Juliana de Souza.

21 ESCOLAS EM PROJETO

Há, ainda, escolas novas para serem entregues no segundo semestre, nos bairros Casas Populares II (uma creche), Novo Brasil (educação infantil) , Palmares Sul (ensino fundamental), Parque das Nações (educação infantil) e Bairro Maranhão (educação infantil), além, é claro, das reformas e manutenção que deverão atingir todos os 56 imóveis atuais da Semed. “A comunidade pode esperar: 2015 será um ano de muito trabalho”, adianta a titular da Secretaria Municipal de Educação, informando que há projetos em andamento para construção de mais 20 escolas no município, nos próximos dois anos.

Uma vez prontas, mostra o Relatório de Atividades da Subcoordenadoria de Educação, Parauapebas se consolidará como o maior canteiro de obras educacionais da Amazônia e, como benefício local, serão erradicados os anexos e o turno intermediário, sanando para sempre o déficit estrutural histórico da rede pública municipal de ensino.

Reportagem: Luzandra Vilhena
Foto: Anderson Souza

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