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Eleição municipal mostra potencial e ineficiência dos atuais vereadores que buscaram a reeleição

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Câmara Municipal de Parauapebas

Com apenas seis vereadores reeleitos, sete derrotados e dois fora da competição, a Câmara de Parauapebas terá nova composição a partir de 1º de janeiro de 2021. Mas, além dos nove novatos, os reeleitos tiveram novos números no ranking, com apenas três deles (Ivanaldo Braz, Eliene Soares e Luiz Castilho) tendo melhorado suas respectivas pontuações; enquanto que os demais tiveram perdas significativas.

Zacarias Marques (PP) despencou do primeiro lugar nas eleições de 2016, quando teve 2,33% dos votos (2.963), para a nona posição com apenas 1.898 votos. Em seu lugar chegou Ivanaldo Braz (PDT) que cresceu, do segundo lugar em 2016, quando teve 2,28% dos votos (2.893), ocupando agora o 1º lugar com 3.988 votos; cedendo seu lugar para Eliene Soares que também melhorou no ranking dos eleitos, sendo essa sua terceira vitória, a primeira pelo PT e as duas últimas pelo MDB. A vereadora, única mulher eleita em Parauapebas, é também a segunda mais bem votada, com 2.990 votos. Em 2016, ela estava na 10ª posição, com apenas 1,26% dos votos (1.600), o que significa um crescimento de 87% na preferência dos eleitores.


A décima posição, deixada por Eliene Soares, agora é conquistada por Francisco Eloécio, que venceu as eleições pelo Republicanos com 1.544 votos.
O terceiro colocado nas eleições de 2016, foi Marcelo Parceirinho, que na época concorreu pelo PSC, quando obteve 2,25% dos votos (2.859); neste ano, concorrendo pelo PSB, Parceirinho obteve apenas 2.070 votos, descambando para a 16ª posição, ficando como primeiro suplente; cedendo sua posição para Luís Castilho que se manteve fiel ao PROS e melhorou no ranking, saindo da 9ª posição em 2016, quando tirou 1,29% dos votos (1.640) e agora subiu para a terceira posição com 2.612 votos. A condição de Luiz Castilho, em relação à eleição anterior, estava melhor se levar em conta que, além de ser sua segunda disputa, está na presidência da Câmara Municipal.

Joel do Sindicato que concorreu em 2016 pelo DEM, onde obteve 1,70% dos votos (2.156), ficando na 5ª posição, este ano, concorreu pelo PDT, em cuja legenda conquistou a 8ª posição com 2.024 votos. Em sua antiga posição agora está Léo Márcio, eleito para seu primeiro mandado pelo PROS com 2.264 votos.
A oitava posição que agora é ocupada por Joel do Sindicato foi deixada por Joelma Leite, eleita no PSD em 2016, com 1,35% de preferência dos eleitores que lhe deram 1.720 votos. Nas eleições deste ano, 2020, ela não concorreu ao pleito de vereadora, tendo, inclusive, feito o lançamento de sua candidatura para prefeita para cujo cargo concorreria pelo PL; missão abortada por questões internas. Essa também era esperada como vitoriosa, caso concorresse à reeleição para vereadora.

João do Feijão, foi eleito em 2016 no PV, ficando na 6ª posição, tendo conseguido a aprovação de 1,65% do eleitorado, representado por 2.093 votos. Nas eleições deste ano preferiu não concorrer. Em sua cadeira se sentará Rafael Ribeiro, MDB, eleito com 2.223 votos. Rafael, no atual mandato é suplente do vereador Coutinho, motivo que esteve por dez meses na Câmara Municipal, período em que o titular da cadeira esteve licenciado para comandar a SEMSA – Secretaria Municipal de Saúde.

Pavão, eleito na 7ª posição concorrendo pelo PSDB em 2016, quando conseguiu 2.026 votos, o que significa 1,59% do eleitorado; ficará fora do parlamento no próximo mandato, pois, não conseguiu mais que 846 votos nas eleições deste ano, 2020, em que concorreu pelo MDB. A inexpressiva votação de Pavão, que caiu 58% na preferência dos eleitores, não era esperada, pois, ele parecia estar em ascensão se levando em conta que é líder do governo na Câmara Municipal.
A posição deixada por Pavão agora é ocupada por Elias da Construforte, que se manteve no PSB, e nas eleições atuais ele desceu da 4ª posição nas eleições de 2016, quando obteve 1,72% dos votos (2.186) para a 7ª posição com 2.157 votos. Em sua antiga posição agora está Zé do Bode, eleito no MDB com 2.437 votos.

Maridé Gomes, fiel ao PSC, também não obteve êxito neste pleito, pois, obteve apenas 363 votos, após uma campanha tumultuada sujeita à impugnação. Nas eleições de 2016, Maridé teve 1.579 votos, representando 1,24% da preferência do eleitorado, o que deixou na 11ª posição.
Nas eleições deste ano, 2020, na 11ª entra Aurélio Goiano, eleito pelo PSD com 1.508 votos. Este já teve um mandato de vereador em Águas lindas de Goiás.

Horácio Martins, eleito em 2016 pelo PSD, ficando em 12º lugar, com 1,07% dos votos (1.364), também ficará de fora no próximo mandato, pois, este ano, concorrendo pelo PDT, obteve apenas 752 votos, o que representa um decréscimo de 45% em relação anterior.
Na 12ª posição, antes de Horácio Martins, agora entra para o parlamento Josivaldo da Farmácia, eleito pelo PP, em cuja legenda obteve 1.437 votos.

Francisca Ciza, que em 2016 se elegeu na 13ª posição pelo DEM com 1,06% dos votos (1.353) não conseguiu a reeleição. Agora, concorrendo pelo PP, sofreu um decréscimo de 44% nos votos que nas eleições deste ano, 2020, foram apenas 890. Na posição que teve Francisca Ciza, foi eleito Miquinha, PT, com 1.395 votos. O vereador retornará ao parlamento trazendo a experiência de dois mandatos ocorridos de 2008 a 2016.

Kelen Adriana, fiel ao PTB, tentou sem sucesso a reeleição, porém, obteve apenas 1.260 votos. Já nas eleições de 2016 o resultado foi 1.360 votos, o que representou um percentual de 1,03% dos votos válidos, o que a deixou em 14º lugar. A vereadora será substituída, no próximo pleito, por Josemir, PROS, que obteve 1.259 votos.

José das Dores Couto, o Coutinho, também se manteve fiel ao MDB. Porém, não mandou bem nas eleições de 2016 quando foi o último colocado ficando em 15º lugar com 1.068 votos, o que representou apenas 0,84% da preferência do eleitor.
Nas eleições deste ano, 2020, Coutinho ficou de fora da lista dos eleitos mesmo tendo uma perda de apenas 55 votos, já que obteve 1.013. Em sua posição nas eleições deste ano ficou Leandro do Chiquito, PROS, com 1.213 votos.

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