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Em busca de pessoas desaparecidas

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Lima Rodrigues – Colaborador do Portal Pebinha de Açúcar

Após descobrir no ano passado em Formosa (GO) e em Brasília a família do ex-andarilho Gabriel Costa de Carvalho, o homem que andava maltrapilho pelas ruas de Parauapebas (PA), recebi inúmeros pedidos para localização de pessoas desaparecidas no Pará e em outros estados. É uma árdua missão, mas assumo esta tarefa, com o apoio do Portal Pebinha de Açúcar, com muita responsabilidade e dedicação, na esperança de também fazer outras famílias felizes, a exemplo do que ocorreu com a família do Gabriel.

Vou precisar, com certeza, do apoio fundamental de todos aqueles que se comunicam nas redes sociais para multiplicarmos as informações sobre as pessoas desaparecidas e chegarmos aos paradeiros das mesmas ou de seus parentes nos mais longes rincões do Brasil. E, claro, do apoio dos advogados Deivid Benasor e Gildásio Sobrinho e do Ministério Público Estadual, além da imprensa de Parauapebas.


Vejamos os casos:

Cláudia Ferreira da Conceição

A senhora Maria de Lurdes de Oliveira, moradora da Rua 7 de Setembro, no Bairro Rio Verde, em Parauapebas (PA), quer localizar a família de Cláudia Ferreira da Conceição, que fez 49 anos de idade dia 24 de novembro do ano passado.

Cláudia, que apresenta leves distúrbios mentais, nasceu em Santo Amaro, bairro de São Paulo e disse que sua mãe ficou morando em Santo Amaro quando ela e sua irmã Luciana foram trazidas para o Pará pelo seu pai, José Emanuel de Moraes, de origem portuguesa, mais conhecido por “Careca”. A mãe da Cláudia é a pernambucana Maria Creusa Ferreira da Conceição. Segundo Cláudia, ela ainda deve morar em Santo Amaro. Disse ainda que seu pai teve outra filha, Sandra, mas fora do casamento.

Obtive informações e fiquei sabendo que o pai de Cláudia foi proprietário do Restaurante Palhoça, que funcionou na década de 1980 a onde hoje é a Casa de Detenção do Bairro Rio Verde, em Parauapebas. Após a publicação do caso Cláudia nas redes sociais e no www.pebinhadeacucar.cm.br, uma pessoa me informou que o “Careca” morreu há mais de 11 anos.

A Cláudia acha que a mãe dela, Maria Creusa Ferreira da Conceição, ainda mora em Santo Amaro, bairro de São Paulo

 

Cláudia revelou que se não dava bem com sua madrasta e saiu de casa. Ficou vagando pelas ruas de Parauapebas, consumiu bebida alcóolica e acabou convivendo durante um bom tempo com alcoólatras em uma área que ficava perto da antiga feira da cidade, no bairro Cidade Nova, denominada popularmente por “Pé Inchado”. O prédio da feira já foi demolido pela administração anterior e os dependentes do álcool foram levados para um abrigo. Nos últimos meses, alguns voltaram para as proximidades do antigo “Pé Inchado”. Todos precisam de ajuda.

No caso da Cláudia, um belo dia ela foi “resgatada” da rua pela senhora Albertina de Oliveira, que morreu há mais de três anos. Com a morte de dona Albertina, a irmã dela, Maria de Lurdes de Oliveira, passou a cuidar da Cláudia, também com muito carinho e com quem ela mora até hoje no bairro Rio Verde, em Parauapebas.

Apesar de seus distúrbios mentais e ter a parte direita do corpo paralisada por causa de um AVC (Acidente Vascular Cerebral), Cláudia é afável, simpática, sorridente, alegre e carinhosa. O sonho dela é receber um abraço de sua mãe, de suas irmãs ou de algum parente.
Se você conheceu o pai da Cláudia, o “Careca”, que foi dono do Restaurante Palhoça e tem notícias sobre a família dele, entre em contato comigo pelo zap (94) 99222-7140.
E se você que tem amigos em São Paulo e no bairro Santo Amaro, na capital paulista, compartilhe esta história e me ajude a encontrar a família da Cláudia Ferreira da Conceição. Sua colaboração, com certeza, deixará a Cláudia muito feliz.

Raimundo Nonato Pereira dos Santos

As irmãs Elayne e Elen querem localizar a família do padrasto delas, Raimundo Nonato Pereira dos Santos, (CPF: 540.690.502-30), filho de Manoel Júlio de Souza e de Maria Amélia da Silva, que nasceu em Davi Caldas (PI) em 16 de agosto de 1960. Ele tem uma irmã chamada Deusirene, que é professora e diretora de uma escola em Caldas Novas (GO).

As irmãs Elayne e Elen querem encontrar a família do padrasto, Raimundo Nonato Pereira dos Santos, em Caldas Novas (GO)

 

A Elayne disse que após a morte de sua mãe, ela e a irmã não tem tempo nem como cuidar do padrasto e gostaria de localizar a família de seu Raimundo Nonato em Goiás. Disse que o padrasto aceita ir morar com a família dele. Seu Raimundo é aposentado e teve uma perna amputada por causa de problemas de saúde.

Pedro Sairo Oliveira de Sousa

Isabel deseja encontrar o irmão dela que se chama Pedro Sairo Oliveira de Sousa. Ele nasceu em 6 de julho de 1963 em Dom Pedro, Maranhão. Foi para o garimpo de Serra Pelada, no Pará, muito jovem e a última vez que família teve notícia dele foi em 1987.

A Isabel sonha encontrar o irmão dela, Pedro Sairo Oliveira de Sousa, ex-garimpeiro em Serra Pelada

 

Uma irmã da Isabel, que mora no Maranhão, disse que uma senhora revelou que tinha uma carta para entregar para sua mãe, mas a senhora esqueceu a carta na vila Serra Pelada, município de Curionópolis (PA). O filho desta senhora ficou de entregar a carta, mas nunca entregou-a para a família do Pedro Sairo. Depois, o rapaz foi procurado em Imperatriz (MA) e negou que conhecesse o Pedro e que tivesse alguma carta com ele. A mãe do Pedro faleceu em fevereiro de 2018.

Jaime Lopes da Silva

A Jailma Lopes da Silva quer localizar o pai dela, que se chama Jaime Lopes da Silva, nascido em 19 de junho de 1952, filho de Francisco Lopes de Castro e de Maria Francisca da Silva, naturais de Granja, no estado do Ceará. O pai está desparecido há 41 anos. A Jailma tinha três dias de nascida e o irmão dela, Izaqueu Araújo Silva, apenas 2 anos, quando o pai sumiu no mundo. Nesta época a família morava em um povoado localizado entre as cidades de Vitorino Freire e Olho D´Água das Cunhãs, no Maranhão. A Jailma mora em Parauapebas há 14 anos.

Adão Quintana

A Aline procura pelos os avôs dela, Adão Quintana e Mancina Dias, a pedida de sua mãe, dona Júlia Dias, que não os vê há mais de 34 anos. Os irmãos de dona Júlia se chamam Eva, Cristina e Natalino.
Dona Júlia nasceu em 28 de maio de 1966 na cidade de Pedro Juan Caballero (capital do Departamento de Amambay, no Paraguai). O último contato de dona Júlia com o pai dela foi em 1984 em Cuiabá (MT), quando ele revelou que iria morar em Campo Grande, capital de Mato Grosso do Sul.

Adão Quintana nasceu em 2 de novembro de 1938 na cidade de Coronel Sapucaia, em Mato Grosso do Sul. (O número do cartório em que ele foi registado é: 67-3483-3119).

João Batista

A Daniele Caetano dos Santos, de 33 anos, que mora na Rua Barcelona, no Bairro Tancredo Neves, em Teixeira de Freitas, na Bahia, quer localizar o pai dela, João Batista, filho de João, mais conhecido como Joãozinho da Carrocinha e de dona Augusta. A mãe da Daniele se chama Marizete Caetano dos Santos, e seus avós se chamam Maria Alves dos santos e Júlio Caetano dos santos. Os tios dela se chamam , Miúda e Socorro.

Segundo sua avó, o pai dela é do Maranhão, mas veio morar em Parauapebas.
De acordo com Daniele, o pai dela era taxista e transportava garimpeiros para Serra Pelada numa Kombi. Disse que ele morava perto de uma boate (provavelmente na Rua do Meio), “mas acho que essa boate nem existe mais”, disse Daniele, referindo-se à alguma boate da década de 1980 que existia em Parauapebas.

Rosângela Vieira dos Santos

A Rosângela Vieira dos Santos, que mora na Rua 24 de Março, no Bairro da Paz, procura pelo irmão dela, Jocélio Vieira dos Santos, que está há muitos anos desaparecido. Quando ela foi separada do irmão ainda moravam em Curionópolis. Depois ela veio morar em Parauapebas. Aí o tio dela, Pedrão Rodrigo Lima, levou seu irmão Jocélio, que nesse tempo tinha uns 10 anos de idade, mas não disse para onde. Ela é mais velha do que o irmão apenas um ano. Hoje, Rosângela tem 36 anos e o irmão dela está com 35 anos. A família imagina que ele esteja pelos os estados do Tocantins ou da Bahia.

Segundo a mãe da Rosângela, o Jocélio pode estar registrado com o nome do pai dele, Juscelino Rodrigo Lima. “Minha falou que quando meu irmão saiu de perto de nós, ele não era registrado. Então, pode ser que ele tenha o nome de meu pai. Eu só sou registrada no nome da minha mãe”, disse ela.

Luciana

A Luciana informa que desde os seus 12 anos de idade vem sofrendo muito querendo encontrar o pai dela, mas o caso é complicado. A mãe dela não aceitou fazer exame de DNA com o ex-esposo e enviou a garota para Parauapebas. “Tem um homem que diz ser meu pai e sinto uma emoção e vontade de abraçá-lo, mas minha não deixa. Esses dias até falei com ela e ela falou que vai mandar meu padrasto me registrar. Eu fico mais triste porque meu padrasto tentou me matar com uma faca quando eu era criança e estava dormindo numa rede. Ele não gosta de mim. Mais eu tenho essa vontade. É um sonho meu. Ele (padrasto) tentou acabar com a minha vida por causa disso. Então eu procurei você, porque eu acho que você pode me ajudar, agora que acabo de completar 15 anos”, declarou a jovem Luciana.

Enfim, estes são os casos que estou investigando. Espero, com a graça de Deus e com o apoio de todos os amigos das redes sociais, realizar os sonhos de todas estas pessoas que me procuraram para esta missão.
Um abraço,

Lima Rodrigues
(94) 99222-7140 (Vivo e zap)
(94) 98116-4301 (Tim)
E-mail: [email protected]

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