Em Parauapebas, dupla criminosa se separa, um vai para a cadeia e outro para o cemitério

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A dupla parecia não conhecer limites ou não ter noção de que a sociedade é regida por leis que dão normativas à propriedade que deve ser respeitada. Assim, parecendo não ter ciência do perigo, faziam arrastão nas ruas de Parauapebas tomando das vítimas, à mão armada, sob ameaça, celulares e dinheiro.

Mas, conforme recado dado pelo soldado PM De Lima, membro do Grupo Tático Operacional (GTO), “aqui em Parauapebas não tem refresco para vagabundo. Se trombar com o GTO, ou com qualquer guarnição, e se render, se entregar, vai ser conduzido e apresentado à justiça. Se reagir, infelizmente é caixão”.


E dessa vez a dupla que preferia não andar às margens da via legal da Lei, optou por resistir e reagir o que, conforme anunciado no parágrafo anterior, um deles teve como destino o caixão, já que a polícia respondeu à injusta agressão; o outro, menos irracional, se entregou e deverá ajustar contas com a justiça.

Uma das vítimas contou à equipe de reportagens do Portal Pebinha de Açúcar, que foi abordada pela dupla no início do dia de hoje, domingo (24), e, em plena luz do dia, o que estava na garupa da motocicleta usada na prática delituosa apontou para ele um revólver e pediu o celular e a carteira. “Pedi para que me deixasse com os documentos. Saquearam o dinheiro e jogaram minha carteira a uma certa distância me qualificando como vagabundo”, contou a vítima, mensurando ter na carteira mais de R$ 230, e ter visto a prisão do condutor da motocicleta.

Passadas algumas horas, a vítima ligou para seu celular que foi atendido por um policial, confirmando a prisão de um dos meliantes e a morte do outro.

Quem estava na operação, o soldado De Lima, contou que o grupamento recebeu a informação via CCO de que estava acontecendo o arrastão pela cidade. O que auxiliou foi o rastreio que uma das vítimas fez no celular levado pelos bandidos, cuja informação chegou à guarnição policial que verificou a localização do aparelho no Morro dos Macacos, Bairro Rio Verde. “Quando chegamos no local, haviam dois indivíduos, um deles armado confrontou a guarnição. Revidamos a injusta agressão, o que levou um dos elementos a óbito e o outro se entregou e foi apresentado na delegacia de Polícia Civil para que responda pelos danos causados à sociedade através do descumprimento das leis previstas”, informou soldado De Lima.

Pelo menos 10 aparelhos celulares foram apresentados na 20ª Seccional de Polícia Civil e deverão ser devolvidos aos verdadeiros donos com a devida apresentação de notas fiscais dos respectivos aparelhos.

 

Depois de preso, o meliante foi identificado como sendo João Carlos, de 18 anos de idade. Porém, ele nega ser assaltante e que é apenas o receptador dos aparelhos e responsável pela venda. O preso admite que tem outras passagens pela polícia, tendo sido preso também por infringir o artigo 157 (roubo).

Essa não é a primeira vez que João Carlos escapa de ser morto em uma ação policial. Pois, em outra ação, seu companheiro de crime foi morto por reagir. Perguntado até quando ele vai se manter vivo, o criminoso diz que é “até quando Jesus quiser”, pois, todos os dias pede para que Deus o proteja.

Quanto ao criminoso que teve a carreira encerrada, foi identificado como sendo Everton da Costa Sousa, de 20 anos de idade.

Para os demais que insistem em trafegar na contramão da Lei, reforçamos a mensagem deixada pelo soldado De Lima, membro do Grupo Tático Operacional da Polícia Militar:
“Mas, o recado que eu dou para a criminalidade, aqui em Parauapebas, especialmente, é que aqui não tem refresco para vagabundo. Se trombar com o GTO aqui, ou com qualquer guarnição, e se render, se entregar, vai ser conduzido e apresentado à justiça. Se reagir, infelizmente é caixão”.

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