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Em Parauapebas, populares são beneficiados com doação de computadores para capacitação e inclusão digital

Parceria entre empresa e associação de moradores proporcionará curso de inclusão digital e também garantiu material esportivo para crianças e jovens

As comunidades dos bairros dos Minérios e de Vila Nova receberam, esta semana, a doação de computadores para capacitação e inclusão digital. A iniciativa, fruto da parceria entre a Vale e a Associação de Moradores, integra Plano de Relacionamento com Comunidades (PRC) da Vale. “Em 2017 foram mais de 30 projetos de capacitação e geração de renda, desenvolvidos em comunidades das zonas urbana e rural de Parauapebas com o apoio da empresa. Com esse convênio ampliamos nossa atuação, chegando até as comunidades de Vila Nova e do bairro dos minérios”, explica o gerente de relações com comunidades da Vale, Edivaldo Braga.


Para a presidente da Associação de Moradores do Bairro dos Minérios e de Vila Nova, Divanete Soares de Brito, este momento é cercado de emoção. “É muito gratificante receber esses equipamentos junto com a nossa comunidade. Até hoje, a gente não tem nenhum curso de informática aqui no bairro e a Vale, em parceria com a associação, está doando esses computadores e doou também o material de esporte, que vai atender as crianças e jovens. Nós só temos a agradecer a empresa por essa parceria”.

Diva, como é conhecida pela comunidade, explica ainda como os equipamentos e o curso de inclusão digital funcionarão. “Nesse primeiro curso, nós temos 25 vagas para a comunidade do Vila Nova e 25 para o bairro dos minérios. A gente vai atender todos os dias, de manhã e à noite, aqui no Centro Comunitário, onde funciona a sede da associação de moradores do bairro dos minérios. Nós temos uma comunidade nova, com muitos jovens e pessoas de baixa renda que não tem condições de pagar um curso desses. Nós esperamos contribuir com a capacitação dos jovens e com a preparação deles para o mercado trabalho”.

Valdemir dos Santos, morador do bairro dos minérios estava acompanhado da filha, Rosivânia Silva Santos, de 15 anos, que ouviu atentamente as orientações sobre a matrícula do curso. “Minha filha está fazendo ensino médio, primeiro ano. Ela está indo bem na escola e ela tem um sonho de fazer Arquitetura. Nós estamos buscando investir na formação dela e como apareceu este curso na nossa comunidade, a gente acha que é importante e nós temos que valorizar esta oportunidade”, diz confiante.

Já a dona de casa Aurinete de Oliveira Serra estava com a ficha de inscrição da filha Sara Oliveira Serra, de 12 anos. “Eu estou aqui buscando a oportunidade que eu não tive para minha filha. O sonho dela é crescer na vida. Esse curso veio numa hora boa aqui para nossa comunidade”, comemora.

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