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Escola técnica do bairro Cidade Jardim ainda não saiu do papel em Parauapebas

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Há mais de um ano, o governo do Estado vem deixando os moradores do município de Parauapebas, no sudeste de paraense, a ver navios quanto à construção de sua Escola Técnica Estadual, iniciativa imprescindível para formar mão de obra qualificada local para atuar no terceiro município em número de habitantes do interior do Estado – e onde está uma das maiores minas de ferro a céu aberto do mundo.

Denúncia feita à reportagem por Evandro Souza, de 23 anos, estudante de Zootecnia da Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra), e que é de Parauapebas, dá conta de que o terreno cedido pela prefeitura para que o governo do Estado construísse a Escola Técnica está abandonado e ocupado por entulhos, como pedaços de ferro retorcido e carrinhos de mão velhos. Segundo ele, nenhuma explicação oficial foi dada aos moradores sobre a situação até hoje.


NEM MAIS A PLACA
“Começaram a mexer no terreno e colocaram uma placa com o símbolo do governo do Estado informando o valor da obra, o prazo para construção e tudo o mais, o que dá a entender que alguma verba do orçamento foi liberada em algum momento. Mas, antes de subir qualquer parede, a movimentação parou e a placa foi retirada do local do dia para a noite”, relata o universitário.

“Para não dizer que não temos escola técnica, na semana passada foi inaugurada uma unidade do Instituto Federal do Pará (IFPA), que foi toda bancada pela Vale. É decepcionante ver uma cidade com o potencial de Parauapebas, que precisa qualificar mão de obra local, para não precisar trazer de fora, ser deixada de lado desse jeito pelo governo do Estado”, lamenta Evandro.

A reportagem do DIÁRIO fez contato com a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) durante dois dias, na quinta e na sexta-feira, dias 21 e 22, por telefone e e-mail, solicitando informações sobre a situação da Escola Técnica de Parauapebas, mas não obteve retorno.

Reportagem: DOL

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