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Exposição “O Eterno Feminino” leva o olhar de fotógrafas paraenses para Casa de Cultura de Canaã

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A Casa de Cultura de Canaã de Carajás recebe desde esta terça-feira (17), a exposição “O Eterno Feminino”, que revela imagens de nove fotógrafas paraenses. São elas: Evna Moura, Luciana Magno, Fátima Soares, Paula Giordano, Luciana Lemos, Fatinha Silva, Joyce Nabiça, Tília Koudela e Marise Maués. Será a primeira vez que elas expõem em Canaã. A mostra abre a programação de abril da Casa e se estenderá até junho.

Composta por 20 imagens, a mostra traz a percepção pessoal de cada fotógrafa sobre a mulher do século XXI. Na seleção das imagens, cada uma, a seu estilo e técnica, lança seu olhar em cores ou preto e branco. A poesia da grande Cecília Meireles serviu de inspiração, guiando a todas em um mergulho no universo feminino.


Idealizada pela fotógrafa Fatinha Silva e texto de Elza Lima, a mostra vem reconhecer a força e importância da mulher desde os tempos antigos até a modernidade. “Sexo frágil? Nunca foi e nunca será. Sempre presente, nunca ausente, pilar da família brasileira, tantas vezes desmerecida, tantas vezes desrespeitada, mas sempre mais fortalecida. O reconhecimento desse valor histórico das mulheres nunca será demais”, revela Fatinha.

A Casa da Cultura de Canaã dos Carajás compõe a rede de espaços culturais da Vale localizados em diferentes partes do país. Gerida pela Fundação Vale, a Casa atende gratuitamente à população com diversas atividades culturais e educativas. A mostra faz parte do objetivo de promover o acesso à cultura e valorizar a arte local.

Abaixo a poesia inspiradora da mostra:

…. “`As vezes abro a janela e encontro o
jasmineiro em flor. Outras vezes
encontro nuvens espessas.

… Às vezes um galo canta. Às vezes um
avião passa. Tudo está certo, no seu
lugar, cumprindo o seu destino. E eu me
sinto completamente feliz.

…Mas, quando falo dessas pequenas
felicidades certas, que estão diante de
cada janela, uns dizem que essas coisas
não existem, outros que só existem
diante das minhas janelas, e outros,
finalmente, que é preciso aprender a
olhar, para poder vê-las assim.

Cecília Meireles

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