Confirmados
27.650
Recuperados
18.995
Óbitos
190

 Publicidade

Famílias carentes ocupam casas abandonadas no Residencial Vila Nova

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no whatsapp

Famílias carentes estão ocupando casas abandonadas no Residencial Vila Nova, localizado ao lado do Bairro dos Minérios. A dona de casa, Jaciane Borges, mãe de dois filhos, se mudou no último domingo (19) à noite para o conjunto habitacional após ser despejada da casa onde vivia de aluguel no bairro Cidade Jardim. Com quase quatro meses sem pagar o aluguel, a única renda fixa da família é de R$ 172,00 reais que vem do programa Bolsa Família, o marido está desempregado. “Eu quero pedir para a prefeitura deixar a gente aqui, nós não temos para onde ir, nós somos gente de bem”, disse.

O Residencial Vila Nova foi construído pela Caixa Econômica Federal, através do Programa Minha Casa, Minha Vida e compreende ao todo 650 unidades habitacionais, destas, 230 foram entregues em setembro e 195 este mês pela Secretaria Municipal de Habitação (Sehab), 225 ainda estão em obras. O conjunto é direcionado a famílias que moram em áreas consideradas de risco.


Natali da Silva, de 23 anos e, grávida, está morando em uma área de invasão no Bairro dos Minérios com a mãe, ela também começou a morar em uma das residências. “Preciso porque no momento estou morando com minha mãe”, afirmou.

De acordo com os moradores, muitos beneficiados não se encaixariam no perfil de famílias consideradas de baixa renda, e este seria o motivo para que muitas residências estivessem vazias. A moradora que recebeu a casa onde Jaciane está morando, teria dito que não precisa da casa, e por isso teria devolvido, ainda segundo os moradores.

A moradora Marquilene de Souza alega que na casa dela têm ao todo doze pessoas morando, enquanto que na residência ao lado não existem moradores.

Maria do Rosário, de 54 anos, também procura uma casa para morar. “Eu não tenho onde morar, não tenho Bolsa Família, não tenho nada”. Ela tem uma filha adotiva de 11 anos, a esperança de todas estas famílias é de que a Prefeitura de Parauapebas permita a permanência dos que já estão.

As famílias que participam de moradias populares são cadastras pela Secretaria Municipal de Habitação. Nossa equipe de reportagem entrou em contato por e-mail com a Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Parauapebas e assim que receber uma resposta, ela será divulgada.

Reportagem: Jéssica Diniz / Da Redação do Portal Pebinha de Açúcar

Publicidade

Veja
Também