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Filão de ouro ‘reacende’ extração em Serra Pelada

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Por enquanto trata-se do que é conhecido como “fofoca de garimpo”, mas, já tem atraído a atenção de garimpeiros por todo o país que sonham com a retomada do que um dia já foi o maior garimpo a céu aberto do mundo.

Chico Osório é um dos ‘redescobridores’ da “Nova Serra Pelada” em Curionópolis, onde já se encontram pelo menos mil garimpeiros com o sonho áureo de mudar de vida.


De acordo com o garimpeiro, a área da cooperativa é de 750 hectares, onde tem, de acordo com a Lei Nº 7.599, de 15 de maio de 1987, sancionada pelo então presidente da República José Sarney, direito aos garimpeiros em escavar até 190 metros de profundidade. “Com o poder da internet não temos dúvidas que logo teremos grande número de homens aqui”, planeja Chico Osório, contando que a redescoberta se deu por um boato de que foi feito um poço de decantação para depositar o rejeito que seria moído, mas, como encontraram grande quantidade de ouro, fizeram uma plataforma de concreto no local para “abafar” a descoberta.

Mas, como “ouro fala por si”, os garimpeiros descobriram a riqueza em uma profundidade aproximada de 9 metros. Ainda de acordo com Chico Osório, vários homens passaram a noite de sexta-feira (22), cavando, porém, devido a quantidade de material, conhecido como curimã ou montoeira, não foi possível chegar a tocar no ouro. “A dúvida foi tirada através de aparelho que não nos deixou dúvida que aqui tem uma grande fortuna de ouro”, afirma o garimpeiro, detalhando que a área está sendo demarcada e agora, se negociam com donos de equipamentos, conhecidos como draga ou chupadeira para que, através de percentual, possa se iniciar a exploração do minério que ele diz estar em um filão de pelo menos cinco metros de largura, devendo aumentar à medida que se aproxima da parte de relevo mais alto.

De acordo com Mirailton Rodrigues Dias, o popular “Mirim”, não foi confirmado que se encontrou ouro sob uma laje, mas, não tem dúvida que há ouro ali, já que é uma área de subsolo rico. “A dificuldade está sendo em negociar com os donos de equipamentos que querem alto percentual. Mas, de qualquer forma, iremos fazer a exploração manual como já fizemos um dia na base da picareta”, garante “Mirim”, dizendo que desta vez, se os garimpeiros se unirem e se propor a enfrentar as dificuldades, não serão barrados.

A possibilidade de riqueza não atraiu apenas garimpeiros, mas, também investidores donos de equipamentos PC 325 que pretendem ficar com 60% do ouro encontrado e repassar 40% para os garimpeiros.

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