Confirmados
27.650
Recuperados
18.995
Óbitos
190

 Publicidade

Funcionários dos Correios em Parauapebas aderem à greve nacional

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no whatsapp

Desde esta quarta-feira (16) que funcionários dos Correios de Parauapebas aderiram a um movimento de greve nacional. Os funcionários reivindicam reajuste salarial de 11% e o aumento de benefícios entre 30 e 112%.

De acordo com Everaldo Jesus de Freitas, funcionário dos Correios em Parauapebas, além de profissionais da categoria estarem de acordo com as reivindicações nacionais, os funcionários que atuam em Parauapebas também contam com uma pauta local.


“Queremos que a direção atenda nossas reivindicações que são: Climatização do Centro de Operações – CDD Parauapebas; Reforço na mão de obra, tendo em vista que os Correios passaram a atender novos bairros como Cidade Jardim e Nova Carajás; Segurança física e monitorada; e equipamentos de proteção individual (EPI)”, relatou.

Ainda segundo Everaldo, 72% dos funcionários dos Correios estão de braços cruzados devido à greve. “De acordo como manda a Lei, 30% precisa está trabalhando durante a greve, porém, é quase impossível atender a demanda de Parauapebas com este número reduzido”, disse.

Impasse

Por meio da assessoria de comunicação, os Correios informaram que a proposta apresentada pelo TST previa um reajuste equivalente a cerca de 20% do salário inicial do agente de Correios, em forma de gratificação, representando um reajuste linear de R$ 200.

A proposta do TST também propõe o reajuste de 9,56% nos benefícios vale cesta, vale-alimentação/refeição, auxílio para dependentes especiais e auxílio creche/babá a partir de agosto de 2015; incorporação de R$ 150 da Gratificação de Incentivo à Produtividade, que, segundo os Correios, já está sendo paga desde o ano passado, sendo R$ 100 em janeiro de 2016 e R$ 50 em maio de 2016 e a manutenção do plano de saúde.

Os trabalhadores reiteraram a preocupação de que esse percentual não seja incorporado aos salários;

“O grande problema é que só há previsão de incorporação de R$ 50 aos salários, o restante continuaria ‘por fora’ indefinidamente, e poderia acabar sendo retirado pela empresa”, afirmou o presidente do Sindicato dos Trabalhadores dos Correios e Telégrafos (Sintect-SP), Elias Cesário.

image

Reportagem: Bariloche Silva – Da Redação do Portal Pebinha de Açúcar

Publicidade

Veja
Também