Governo discute Pará 2030 com setor mineral

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Ocorreu ontem (30), na Casa da Mineração, um bate-papo interessante que contou com a presença dos secretários estaduais de Desenvolvimento Econômico, Adnan Demachki; de Ciência e Tecnologia, Alex Fiúza, e de Turismo, Adenauer Góes. A convite do Simineral, os secretário apresentaram, respectivamente, os Programas Pará 2030, Pará Profissional e Pará – a obra prima da Amazônia, para um grupo atento de associados da entidade sindical do setor minerário.

“Participamos ativamente da construção do Pará 2030, abrimos o Simineral para que pudéssemos colaborar com o planejamento estratégico. Acredito que o Pará seja o único Estado, da Federação, que neste momento se planeja a longo prazo. Aliás, a proposição do Pará 2030 para os próximos 15 anos nos influenciou. O nosso plano de trabalho no Simineral visava 2020, e nós o refizemos também para 2030”, afirmou José Fernando Gomes Jr. “O Estado está mobilizado na condução do Programa e o secretário Adnan tem competência para está à frente disso. Ele é a locomotiva do Pará 2030. Ele é do interior, um grande gestor e tem uma inquietude para mudar as coisas, sem igual”, completou José Fernando.


Para o consultor ambiental, Raul Porto, que assistiu a série de apresentações dos secretários, o Pará 2030 tem um propósito abrangente e não deve ter descontinuidade. “Esse planejamento é amplo, ele simplesmente abraça todo o sistema produtivo, não vejo outra solução para o Estado do Pará avançar. O Pará 2030 não pode ser interrompido”, afirmou ele.

Durante a série de palestras, Adnan Demachki destacou os projetos de verticalização prioritários no Pará com ênfase ao segmento mineral. Ele observou que o segmento tem sido parceiro do Estado, mas fez questão de lembrar que essa parceria precisa ser bem-sucedida para os empresários e para a sociedade.

“Queremos que vocês (empresários da mineração) cresçam, mas lembrem-se que o Estado também precisa crescer, com geração de empregos e renda para nossa população”, frisou Demachki.
Alex Fiúza, acompanhado do diretor de Educação Profissional e Tecnologógica, da Sectet, Luiz Blasques, ressaltou a recente criação do Programa Pará Profissional, instituído em lei em 18 deste mês.

“Trata-se de uma política pública que atende as empresas e todas as regiões, dentro de suas especificidades. As empresas devem apresentar suas necessidades de mão de obra qualificada, e o Estado estará pronto para promover cursos de educação profissional e tecnológica em sintonia com as demandas do mercado”, garantiu Fiúza. Adenauer Góes, por sua vez, apresentou o planejamento estratégico da Setur, compreendido dentro do Pará 2030, direcionado a consolidar o negócio do turismo no território paraense.

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