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Guardas municipais realizam sonho de criança que catava latinhas para comprar bicicleta

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Foi inspirado em um grupamento que se dedica em fazer o bem ao defender a sociedade que um garoto ocupa-se em trabalhar honestamente, apesar de ser ainda criança, para conseguir realizar seus sonhos. Um deles é ter uma bicicleta, motivo que o fez trabalhar duro juntando latinhas para vender e investir no seu sonho.

Trata-se de Diego, de apenas 12 anos de idade, morador do Bairro Cidade Jardim, em Parauapebas, que teve sua sorte mudada ao ser notado pelo Grupamento de Ações com Cães (GAC), da Guarda Municipal de Parauapebas. “A gente conversou com Diego e ele falou que, apesar de se dedicar ao trabalho, está matriculado na escola onde vai regularmente todos os dias. Disse que seu objetivo é ter as coisas compradas com o resultado de seu trabalho e, no momento, é aquele que tem”, contou emocionado o Inspetor Luís, da Guarda Municipal, detalhando que em seguida os agentes foram à casa do garoto e constataram a veracidade do que ele relatara.


Depois disso, o próximo passo foi chamar os demais guardas municipais para se juntarem e realizar o sonho de Diego. Como seu aniversário estava próximo, sem falar nada com ele nem prometer, a corporação se juntou para fazer a surpresa, sendo que no dia de seu aniversário, ocorrido no dia 11 de fevereiro, foram até a casa de Diego e comemoraram com ele a data com direito a bolo e vela; e o melhor, deram de presente a tão sonhada bicicleta. “A emoção não foi apenas de Diego, aliás, foi ainda maior para nós ao ver a alegria dele e dos pais que ficaram tão agradecidos pela nossa ação”, relembra Luís, qualificando como muito gratificante por tratar-se de um garoto que já tem a consciência de que o trabalho traz a dignidade.

De acordo com o Inspetor, diante de tantos desarranjos familiares e aumento da criminalidade juvenil, é notável e admirável atitudes como a de Diego, devendo, inclusive, ser incentivado, pois, esse tem grandes chances de se manter longe da criminalidade e ser um cidadão de bem.

Perguntado a Diego como se sentiu com a surpresa e o presente ele diz não ter palavras e ainda não ter “caído a ficha” do acontecimento. “Meus pais sempre me diziam que a gente tem que trabalhar para ter o que deseja. E sei que eles não têm condições de me dar uma bicicleta. Por isso estava trabalhando para ter minha bicicleta e sei que, mesmo demorando, iria conseguir”, afirma Diego, tendo como planos usar o dinheiro das latinhas que já havia juntado para realizar outros sonhos, porém, não quis revelar quais são eles.

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