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Índice de criminalidade continua estável em Canaã dos Carajás

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Sendo um município de primeira vocação agrícola, Canaã dos Carajás, distante cerca de R$ 70 km de Parauapebas, teve seus primeiros anos com baixíssimos índices de criminalidade; não tendo, até 2004, nem mesmo carceragem, pois, eram raros os casos de prisões naquela cidade.

Porém, a partir de 2004, com a implantação do primeiro projeto de exploração mineral feito pela mineradora Vale S. A. a rotina daquele, até então, pacato município que hoje conta com número estimado de quase 40 mil habitantes, segundo o IBGE, mudou, pois, deu início a chegada de inúmeras pessoas que ali foram em busca de oportunidades de trabalho na mineração.


A partir de então, os índices de criminalidade passaram a ser notados, com ênfase para homicídios e também tráfico de drogas, que por sua vez fomenta pequenos delitos como, por exemplo, roubos, furtos e latrocínios; motivo que se implantou a primeira Delegacia de Polícia Civil. Mas, mesmo com a movimentação de imigrantes vindo de diversas parte do Brasil, as polícias Civil e Militar vem cumprindo seu papel e envidando esforços para coibir as iniciativas criminosas.

De acordo com o delegado de Polícia Civil, Fernando Oliveira, no período da pandemia não se notou crescimento na violência doméstica nem nas demais. “Agora com as pessoas saindo do isolamento social as coisas voltaram a movimentar, porém, dentro do controlável”, relata Fernando, contando que a última semana foi um tanto atípica com flagrantes fora da normalidade.

Entre os casos contados pelo delegado Fernando, está o caso dos policiais que vieram de Belém para dar suporte a um cidadão que usou a própria razão para recuperar um veículo que havia vendido para um engenheiro civil residente em Canaã dos Carajás, para cuja ação foi usada de ameaça e disparos de arma de fogo. Como resultado, foram presos, sendo depois liberados tendo a prisão sido convertida em medidas cautelares; já o veículo ficou apreendido. “O comprador do veículo pagou parte do valor e parcelou o restante. Porém, como estava com parcelas atrasadas, o antigo dono do bem se achou no direito de recuperá-lo”, afirmou o delegado, detalhando que os policiais responderão por exercício arbitrário das próprias razões, disparo de arma de fogo e ameaça.

O número de homicídios também continua estável, tendo sido registrado apenas uma tentativa na semana passada, tendo depois o caso do paciente agravado vindo a consumar-se o homicídio. De acordo com o delegado, a Polícia Civil investiga conseguindo um bom percentual de resolutividade.

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