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Judiciário vai às escolas em Marabá

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A coordenadora estadual de mulheres em situação de violência doméstica e familiar do Tribunal de Justiça do Pará, desembargadora Diracy Nunes Alves, fez a abertura da 10ª edição da campanha nacional Justiça pela Paz em Casa nesta segunda-feira, 5, em Marabá, no sudeste do Estado, onde houve a assinatura do acordo de cooperação técnica com a Secretaria Municipal de Educação do município para a implantação do projeto “Judiciário na Escola – unindo esforços no enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher”, que leva às redes públicas de ensino do Estado – na capital e agora em Marabá – reflexões sobre a violência de gênero contra as mulheres, relações abusivas e outros temas relacionados ao empoderamento feminino e à igualdade entre os sexos.

Pelo convênio de cooperação técnica assinado entre o TJPA e a Secretaria Municipal de Educação de Marabá, aproximadamente 45 escolas trabalharão a temática da violência doméstica contra a mulher de forma transversal com os alunos. A equipe da Coordenadoria da Mulher do TJPA capacitará professores e diretores sobre o tema da violência doméstica, abordando o ciclo e as formas de violência, nos moldes do que já vem sendo feito em Belém, a partir de um acordo com Seduc.


Em Marabá, participaram da abertura da abertura da Semana da Justiça pela Paz em Casa, o prefeito Sebastião Miranda Filho; o secretário de Educação, Luciano Lopes Dias; o juiz titular da 3ª vara Criminal de Marabá, Alexandre Arakaki; o promotor de Justiça da Promotoria de Violência contra a Mulher, Samuel Furtado; o juiz titular do Fórum de Marabá, Marcelo Andrei; a representante da Ordem dos Advogados do Brasil – seção Pará, Cláudia Chini; a vice-presidente da Câmara de Marabá, vereadora Priscila Veloso.

A assinatura do acordo de cooperação técnica foi precedida por uma palestra da desembargadora Diracy Nunes Alves, que fez um breve histórico sobre a luta das mulheres por sua emancipação, destacando particularmente a situação das mulheres brasileiras.

A campanha nacional da Justiça pela Paz em Casa foi institucionalizada pela ministra Carmem Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), para assegurar medidas constantes de combate à violência doméstica e familiar contra a mulher a partir de uma prestação jurisdicional eficiente e célere.

Audiências, prolação de sentenças, decisões e despachos são alguns dos procedimentos que serão realizados no período.

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