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Lâmpada de LED é uma alternativa para quem busca economia de energia

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A alternativa surge em meio ao recente cronograma estabelecido pelas Portarias Interministeriais 1007 e 1008 dos Ministérios de Minas e Energia, que cancelou a venda de lâmpadas de filamento incandescente de 60w em todo o Brasil desde o dia 1º de julho. A categoria tinha um baixo custo e era a mais comercializada em todo o país. Com a determinação, os consumidores que ainda as utilizavam terão que buscar outras possibilidades de iluminação residencial.

Com um preço acessível, as lâmpadas incandescentes são uma das grandes vilãs da conta de energia elétrica. Para se ter uma ideia menos de 10% da energia que passa pelas lâmpadas incandescentes comuns é transformada em luz. Os outros 90% de eletricidade são perdidos na forma de calor, por isso uma lâmpada desse gênero esquenta tanto quando fica acessa por muito tempo. Daí o custo tão elevado na conta de energia no final do mês.


No caso das lâmpadas de LED, a produção da mesma quantidade de luz é possível com a utilização bem menor de energia. Além disso, a geração de calor durante esse processo é praticamente nula, o que ajuda muito na economia energética. Enquanto uma lâmpada incandescente gasta cerca de 60W para produzir 800 lúmens (quantidade de luz), um conjunto de LED precisa de apenas 20W para produzir 1.200 lúmens. Outra grande vantagem das lâmpadas é que elas são muito mais resistentes do que as incandescentes e fluorescentes.

A gerente da área de Eficiência Energética da Celpa, Giorgiana Pinheiro, explica que as lâmpadas ainda possuem um custo elevado no mercado, mas em uma matemática que leva em consideração a durabilidade e o percentual de economia, pode ser um bom investimento a médio prazo. “Esse tipo de iluminação é muito viável para quem busca maior durabilidade e economia. Uma lâmpada de led pode durar até 25 vezes mais que uma incandescente e 10 vezes mais que uma fluorescente, por exemplo. A economia é em cerca de 75% na conta de energia. O custo ainda é elevado, cerca de cinco vezes mais que as fluorescentes, mas se formos pensar em termos de durabilidade, o saldo final é positivo”, finaliza Giorgiana.

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