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Mãe afirma que jovem morto não era criminoso

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Raylan foi morto a tiros em casa

A mãe de Raylan Wesley Furtado Moraes, o jovem de 19 anos que morreu com tiros de pistola no quintal da própria casa, nega que o filho tinha envolvimento com o crime. Ela procurou a reportagem após ter sido divulgado na Delegacia de Polícia Civil de Parauapebas que ele já havia praticado roubos.

“Ele nunca foi preso, não tem ficha suja na polícia, era um bom menino, não tinha maldade no coração”, afirma Antônia dos Reis. O crime aconteceu na noite de sábado (14) na Rua Aluísio Azevedo, Bairro Caetanópolis.


Antônia disse ainda que o filho trabalhava em um lava jato e era ajudante de pedreiro. Raylan, de acordo com a mãe, morava há quase dois anos em Parauapebas. Primeiro morou com a avó e há quase dois meses decidiu morar só.

Sobre o assassinato a mãe conta que desconhecer a motivação. “Até o momento, a gente não sabe o porquê, só resta a polícia investigar. Eu creio que o meu Deus vai resolver toda essa situação”.

Sobre uma suposta tia do jovem ter dito que o rapaz não tinha boa índole no dia da fatalidade à polícia, Antônia é categórica ao dizer que trata-se de mentira. “O meu filho tem pai, tem mãe, todo mundo ajudava ele no que podia, os avós dele moram aqui. Se essa pessoa passou uma má imagem do meu filho não tem coração, não tem filho, não tem ninguém”, declarou.

A mãe do jovem destaca ainda que o rapaz frequentava a igreja, mas que infelizmente “se envolveu com pessoas que não querem nada da vida”. Ela garante que ele não era “santo”, mas era “bom menino” e não era criminoso. Após o sepultamento do filho, Antônia está retornando a Macapá, onde mora há mais de 20 anos.

Entenda o caso

A motivação do crime e os autores dos disparos ainda permanecem desconhecidos, no entanto, a população afirmou ter visto dois homens correrem atrás de Raylan até o quintal da casa, local que ele foi baleado e veio a óbito. A Polícia Militar foi acionada, chegou ao local do crime às 20h30, onde o Corpo de Bombeiros já se encontrava.

No dia do crime, uma senhora que se apresentou à polícia como tia de Raylan e informou à PM que a vítima não tinha boa índole e que já havia roubado a própria família, o que é desmentido agora pela mãe.

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