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Membro do MCCP fala a respeito de sua participação vetada em reunião

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O tumulto ocorreu na porta do gabinete da presidência

Após veiculada neste portal a matéria com o título: “Desempregados fazem protesto na câmara municipal”, nossa redação foi procurada por Felipe Tommy, um dos, anonimamente citados na matéria, como sendo duas pessoas que não fazem parte dos desempregados, porém, fazem parte do Movimento de Combate à Corrupção de Parauapebas (MCCP), que demonstraram interesse em participar da reunião.

O citado pediu direito de explicar o motivo que o fazia estar naquela manifestação, sendo inclusive desempregado, assim como os demais, há vários meses e anos a espera de conseguir um emprego através do Sistema Nacional de Emprego (SINE).


De acordo com justificativas de Felipe, a passeata foi provocada por ele e seu parceiro Roberto, que convidaram os trabalhadores para reivindicar seus direitos; e, já na Câmara Municipal, escolheu as lideranças que deveriam entrar na sala para se reunir com os vereadores, tendo como intuito também participar junto com todos. “A intenção era criar transparência à reunião com gravação e transmissão ao vivo, para garantir que as informações ou promessas feitas aos trabalhadores desempregados ficassem registradas de forma transparente”, contou Felipe Tommy, afirmando que a sociedade está cansada de reuniões e acordos feitos somente em salas fechadas.

Assim, segundo Felipe, o papel da dupla de membros do MCCP, era representar os trabalhadores que ali levariam suas reivindicações de emprego e renda; porém, o presidente da câmara, vereador Luís Castilho, não aceitou a participação deles, ficando assim, por isso, cancelada a reunião.

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