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Ministério Público esclarece prisão do vereador Odilon Rocha

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Após ter sido examinado pelo médico do Ministério Público do Estado Allan Rendeiro, o parlamentar Odilon Rocha (SDD), (que alegou não poder ser transferido para Belém por apresentar problemas de saúde), foi liberado e já chegou à capital.

Em sua chegada, o parlamentar foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para exames de corpo delito e em seguida foi encaminhado pela Susipe à casa penal Anastácio das Neves.


Segundo o Núcleo de Combate à Improbidade Administrativa e a corrupção (NCIC) coordenado pelo Procurador de Justiça Cível Nelson Pereira Medrado e a promotoria de Justiça de Parauapebas, na pessoa do promotor de Justiça Hélio Rubens, foi encontrada exagerada quantidade de irregularidades nas quais o vereador Odilon está envolvido. Uma delas o fornecimento de alimentos, outra a locação de veículos e um terceiro para a lavagem dos veículos que, em tese, seriam locados para a Câmara de Parauapebas. “O que se colheu, ainda vamos analisar”, diz do promotor de Justiça Hélio Rubens, que detalha a situação:

1 – No contrato de fornecimento de alimentos tínhamos uma exagerada quantidade de alimentos para a Câmara Municipal, sendo que nas notas constavam um tipo de produtos e na verdade outros eram entregues.

2 – No contrato de locação de veículos o contrato consta uma quantidade grande sendo que existe uma quantidade bem inferior era prestada para a Câmara. A informação chegada ao MP é que era um veículo para cada parlamentar.

3 – O terceiro contrato seria a lavagem dos tais veículos em uma empresa que pertence à família do vereador Odilon (Lavajato Pit Stop); veículos que na verdade não existem de fato dentro do uso dos vereadores.

O promotor diz que isso foi levantado em um primeiro momento nas investigações preliminares e esclarece que a prisão do vereador Odilon Rocha de Sanção se deveu pelo fato de que mesmo sendo instalado o procedimento no MP, ele ouvido em depoimento, mesmo depois daquele escândalo que teve repercussão nacional quando ele falou na tribuna da câmara que um vereador para se sustentar com o salário que recebia tinha que ser corrupto, as investigações apontam que outras condutas irregulares com a participação dele continuavam ocorrendo; e pela reiteração do fato criminoso contra a administração pública se justificou a prisão preventiva deste vereador.

Hélio Rubens detalhou ainda que de acordo com o que se tem como suspeita e que pode se confirmar com as diligências feitas na terça-feira, 26 de maio, é que o que restava do dinheiro dos citados contratos era dividido entre os membros da mesa diretora da Câmara no biênio 2013/2014. “Agora queremos apurar quem operava e quem se beneficiava disso, se só a situação, se toda a mesa da época ou se todos os vereadores”, conclui o promotor Rubens Hélio.

Reportagem e foto: Francesco Costa – Da Redação do Portal Pebinha de Açúcar

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