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MP solicita escolta policial para que postos de combustível sejam abastecidos em Parauapebas

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Nesta segunda-feira (8), se completam oito dias em que caminhoneiros em várias partes do Brasil iniciaram um movimento grevista contra o aumento no valor do óleo diesel.

A manifestação ganhou força e vários populares, entidades e empresários também estão fazendo algum tipo de manifestação em várias regiões e pedem que o Governo Federal tome providências em relação aos valores, não só apenas do diesel, mas também de outros combustíveis como o etanol e a gasolina.


Em Parauapebas, por conta das manifestações, vários postos de combustível estão fechados sem poder comercializar os mesmos, e os poucos que ainda conseguem vender os líquidos, registram filas gigantescas, sendo que vários gerentes tomaram a decisão de racionar os combustíveis, limitando o número de litros para cada cliente.

A falta de combustíveis fez com que vários órgãos municipais tivessem seus respectivos atendimentos comprometidos, tendo inclusive, o chefe de gabinete do Prefeito Darci Lermen, solicitado ainda na semana passada que todos os veículos da prefeitura fossem recolhidos aos pátios, com exceção dos serviços considerados prioritários, como na área da saúde, por exemplo.

Durante a manhã desta segunda-feira (28), a Secretaria Municipal de Educação (Semed), comunicou a paralisação das aulas por conta da falta de combustível para abastecer os ônibus escolares e também pela falta de produtos alimentícios que fazem parte do cardápio da merenda escolar.

Ministério Público se manifesta

Através do ofício de número 155/2018, assinado pelo promotor Adonis Tenorio Cavalcanti, da 2ª Promotoria de Justiça Criminal, do Ministério Público de Parauapebas, foi pedido ao Tenente Coronel José Luiz Vallinoto de Souza, Comandante do 23º Batalhão de Polícia Militar, o reforço policial para que postos de combustível sejam abastecidos no município. Confira abaixo o texto enviado no documento:

“Cumprimentando-o, sirvo-me do presente para solicitar Vossa Senhoria, que disponibilize escolta policial para os caminhões que realizarão o abastecimento dos postos de combustível de Parauapebas, considerando que os serviços públicos encontram-se paralisados pela falta de combustível no município. no Ensejo renovo-lhe protestos de elevada estima e consideração”.

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