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Nível do Rio Parauapebas sobe 30cm por dia e Defesa Civil está em alerta

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O período chuvoso já começou e com ele a preocupação do Governo Municipal com as famílias que vivem próximas a rios, igarapés e morros. Para evitar riscos à população, a equipe da Coordenadoria Municipal de Defesa Civil (Comdec) já preparou o Plano de Contingência (Placon) que prevê ações a serem tomadas em caso de qualquer desastre natural que possa acontecer nesse período.

O coordenador Pedro Jaques aposta no monitoramento constante dos 15 setores de risco de Parauapebas e explica os tipos de desastres que o município pode enfrentar. “Em Parauapebas, nós convivemos com três tipos de desastres naturais: enchente do rio (inundação), quando o rio transborda e atinge as famílias e acontece gradualmente; enxurrada, que é súbita e acontece nos igarapés do Lageado e Ilha do Coco; e os deslizamentos dos morros”, explicou.


Nas chuvas dos últimos dias, a equipe ficou em alerta para as duas primeiras situações. De acordo com a Comdec, o Rio Parauapebas está subindo em média 30cm por dia e atualmente alcança os 7 metros nos pontos de monitoramento. Na maior parte do ano o nível do rio fica em torno de 5 metros. O estado de alerta da Defesa Civil para o Rio Parauapebas é acionado a partir dos 8 metros. “Ano passado só tivemos famílias atendidas a partir dos 9 metros. No entanto, pela dinâmica da cidade e do ritmo acelerado de construções, a Defesa prefere manter o nível de alerta em 8 metros”, argumenta.

A Comdec já está mantendo o regime com equipes de plantão 24 horas por dia, inclusive nos fins de semana. Um relatório pluviométrico enviado pela Coordenadoria Estadual de Defesa Civil prevê o aumento no número de chuvas na região e algumas atitudes foram tomadas pela Comdec como a preparação de abrigo, um galpão para 35 famílias com um plano para dobrar esse número, caso haja necessidade. O Plancon prevê ainda a distribuição de cestas básicas para as famílias afetadas, material de construção para os boxes para abrigar as famílias, colchões e cobertores.

O número de famílias que podem ser afetadas, 35, foi estimado por meio de um relatório preparado pelo próprio departamento com base nos anos anteriores. No entanto, segundo o próprio coordenador “a tendência é o número de famílias vulneráveis diminuir, já que o plano do prefeito Valmir Mariano é retirar todas as famílias de áreas de risco e encaminhá-las para projetos habitacionais”.

A Defesa Civil oferece orientação constante às famílias em risco potencial e dispõe de assistentes sociais com experiência para atendê-las da melhor forma possível. O telefone da Defesa Civil é o 3356-2597.

Reportagem: Anderson George
Foto: Arquivo

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