Confirmados
27.650
Recuperados
18.995
Óbitos
190

 Publicidade

Obras são iniciadas na SORRI Parauapebas

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no whatsapp

A estrutura ficou comprometida depois que o piso cedeu devido à rede de esgoto

Depois de sete meses, as obras na Sorri Parauapebas foram iniciadas. O bloco onde funcionavam várias salas de aula teve que ser demolido nesta primeira etapa dos serviços que tem previsão de duração de dois meses.


As atividades da Sorri Parauapebas tiveram que ser suspensas ainda no primeiro semestre deste ano para garantir a segurança de alunos e funcionários. Isso desde maio, quando o piso do pátio da instituição cedeu, comprometendo a estrutura de todo um bloco, com várias salas de aula.

Durante o incidente, um funcionário chegou a cair no buraco e por sorte não se machucou gravemente. Para a surpresa da administração, foi detectado que a rede de esgoto do bairro passara por debaixo das salas de aula.

Elias Barros, encarregado de obras explica que a rede de esgoto não será desviada. Entretanto, para evitar problemas futuros, uma estrutura com maior capacidade está sendo construída.
“Vamos substituir as antigas manilhas por aduelas (que são peças pré-moldadas em concreto armado podendo ser retangulares ou quadradas, abertas ou fechadas normalmente aplicadas em galeria pluvial, canalização de córregos e afins para o escoamento de água ou esgoto) dando uma maior capacidade de evasão da água”, detalha o encarregado.

A Sorri Parauapebas já atua no município há 21 anos oferecendo cursos de qualificação e buscando inserir pessoas com deficiência no mercado de trabalho. O que se espera é que este importante trabalho oferecido para a comunidade volte a ser realizado em 2018. Como explica Arlene Galvão, secretária da Sorri Parauapebas.
“Em janeiro estaremos recebendo novamente as crianças que faziam o curso de informática que vai passar a ser realizado na sala onde eram ministradas as aulas de música e dança. Para isso, será feita toda a adaptação necessária, principalmente na parte elétrica. Nós também estamos dependendo do recurso do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, que tá previsto para sair no início do ano. Com ele vamos pagar o pessoal e realizar esse serviço na sala de aula”, diz Arlene.

Reportagem: Anne Costa / Da Redação do Portal Pebinha de Açúcar

Publicidade

Veja
Também