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Pará mantem índices positivos na criação de postos de trabalho

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O cenário nacional é difícil, mas o Estado espera cerca de R$ 170 bilhões em investimentos, até 2019, segundo dados da Federação de Indústrias do Para (Fiepa).

Para o secretario adjunto de Assistência Social, Trabalho, Emprego e Renda, Everson Costa, o potencial do Pará é o que tem garantido bons números. “Não é um ano fácil. Temos o aumento do combustível, da energia elétrica e da alimentação, mas mesmo assim o Estado mantém o cenário positivo, com os empregos gerados pelo setor de serviços. É a primeira vez nos últimos dez anos, porém, que vamos fechar o primeiro semestre com os números da geração de emprego negativos”, avalia.


Na região Norte, os melhores índices de geração de emprego são do Tocantins, Rondônia, Pará e Roraima. “Esperamos que o segundo semestre seja melhor, pois é normalmente um período que o mercado tem movimentos mais propícios. Aliado a isso, há o esforço do governo do Estado em fazer contatos com agentes econômicos importantes, inclusive de outros países, para divulgar nossos potenciais e atrair ainda mais investimentos”, comenta o secretário.

O setor de serviço, se avaliado nos últimos doze meses – junho de 2014 a maio de 2015 – teve no Pará mais de 3,3 mil novos postos de trabalho formal criados. O Estado apresentou o melhor número da região, que abriu no total 5.876 vagas no setor. “A expectativa hoje é que haja mais de 400 mil admissões no Pará, em todos os setores da economia, até o fim do ano. Atualmente há um esforço conjunto entre as secretarias responsáveis pelo desenvolvimento econômico, tecnologia e trabalho para costurar uma estratégia melhor”, afirma Everson Costa.

Segundo o secretario, será criado um plano estadual de qualificação. “Vamos começar nesse semestre a fazer seminários de identificação de demanda nas doze regionais paraenses. Precisamos saber o que o mercado deseja, conversando com prefeituras, sindicatos e associações. Vamos elaborar até o fim do ano o Plano Estadual de Qualificação Profissional e Social para nos auxiliar a manter a mão de obra do Pará pronta para o mercado”, afirma.

Reportagem: Gabriela Azevedo

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