Casal que matou filha de um ano e oito meses em ritual satânico é condenado a cumprir 129 anos de prisão

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Fotos: Luan Mychael

O casal Deyvyd Renato Oliveira Brito e Irislene da Silva Miranda, respectivamente padrasto e mãe da menina Carla Emanuelly Miranda Correia, que tinha apenas um ano e oito meses de vida quando foi morta em janeiro de 2020 em ritual satânico, foi condenado pela justiça a cumprir um total de 129 anos de reclusão, sendo 46 anos, cinco meses e 20 dias para Irislene Miranda e 83 anos e quatro meses para Deyvyd Renato.

O julgamento do casal teve início no fórum de Justiça de Parauapebas na última quarta-feira (20) e foi concluído na noite desta quinta-feira (21), com a condenação dos réus.


Como testemunha, no julgamento, a pediatra Flávia Alves, que examinou a criança quando esta foi levada para o hospital em Parauapebas, relatou que a vagina e o ânus do neném estavam alargados, e que qualquer pessoa, mesmo leiga, notava que a menor já vinha sendo violentada há bastante tempo.

 

A delegada de Polícia Civil, Ana Carolina, responsável pelo inquérito policial do caso, também foi ouvida e contou detalhadamente sua versão dos fatos da época do crime, afirmando que a mãe da criança sabia de tudo.

Na época do crime, segundo as investigações, a criança foi agredida violentamente, chegando receber pancadas na cabeça para desmaiar e não sentir dor durante os abusos sexuais. As investigações apontam ainda que ela foi vítima de magia negra.

Depois da condenação, Deyvyd Renato voltou para a cadeia pública de Parauapebas e Irislene ao presídio feminino em Marabá.

Reveja matérias sobre o caso publicadas AQUI no Portal Pebinha de Açúcar e também nos vídeos abaixo:

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