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Parauapebas: cultura, economia e história no 11º Festival Junino Jeca Tatu

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Mingau de milho, pamonha, maçã-do-amor, bolo de tapioca, milho cozido e muito mais. Quem já foi ao 11º Festival Jeca Tatu encontrou a praça de alimentação completamente montada e com todas as comidas típicas do período à disposição. Também não faltaram as delícias regionais como tacacá e vatapá e, claro, muito arrasta-pé. O evento se encerra no próximo domingo (30).

Para Sandra Santos, servidora da Secretaria Municipal de Cultura (Secult), o ambiente do festival promove uma atmosfera familiar, convidativa e agradável: “As pessoas se sentem bem aqui. Além disso, o Jeca Tatu privilegia a diversidade cultural e um encontro do público com as raízes nordestinas”, diz.


Este ano, a Secretaria Municipal de Produção Rural (Sempror) também é parceira do evento e produtores de diversas áreas da zona rural comercializam alimentos no Jeca Tatu. Lúcia Vanda Pereira da Silva tem um sítio no Projeto de Assentamento Carlos Fonseca e aproveita o festival para complementar a renda que obtém na Feira do Produtor. “De ontem pra hoje, já vendi 800 reais. Quero vender bem pra não voltar com nada pra casa”, afirma.

O público que foi à praça de eventos também prestigiou os artistas locais, apresentação de quadrilhas, banda Xote-Xique, Forrozão Chocolate, Manelito e Leo Pereira e o concurso Miss Caipira Gay. A casa da roça, sempre muito frequentada, é uma atração à parte. Quem visita o local, ainda que por alguns instantes, tem a oportunidade de imergir em um universo desconhecido para muitos, mas que representa o cotidiano de uma figura chave para o maior festival junino da região: o Jeca Tatu.

Reportagem: Diego Pajeú / Foto: Anderson Souza

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