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Parauapebas e Independente prometem lutar na Justiça para disputar a Copa Verde

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Na noite da última segunda-feira, 30, o presidente do Paysandu, Alberto Maia, divulgou que o clube participaria da Copa Verde. Em seguida, o presidente voltou atrás dizendo que não passava de um engano, já que o ofício enviado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) não passava de uma consulta para saber se a Federação Paraense de Futebol (FPF) aprovaria um novo regulamento, em que o alviceleste se encaixaria nos critérios de classificação.

Desde então, as duas equipes que garantiram as vagas na Copa por terem sido o segundo e terceiro lugar no Parazão este ano, Independente e Parauapebas, se uniram para tentar entender o que estava ocorrendo, já que em nenhum momento foram comunicadas. “Quando nós disputamos o estadual, a FPF deixou claro que os três primeiros colocados iriam disputar a Copa Verde, e como é que agora eles recebem um comunicado e não tem a consideração de avisar os clubes que estão sendo prejudicados?”, questionou o presidente do Galo, Deley Santos.


De acordo com o diretor técnico da FPF, Fernando Castro, o e-mail que a CBF encaminhou à FPF dizia que a partir de 2016 o Goiás deveria entrar na Copa, e como o Pará é o único estado onde são disponibilizadas três vagas, ela retiraria a terceira vaga para concedê-la ao Goiás. “O Esporte Interativo, que patrocina a Copa, solicitou à CBF a mudança no formato e na forma de distribuição das vagas. Ele é o patrocinador, e pode decidir. Nós não temos gerência direta sobre a Copa e não podemos fazer nada”, frisou o diretor.

Para o diretor de futebol do Parauapebas, Mário Fernando, não há razão para mudar o formato do campeonato para 2016. “Não tem lógica e nem sentido uma postura dessas. Estamos unidos com o Independente e vamos atrás dos nossos direitos”, pontuou o diretor.

O estatuto do torcedor diz que a CBF deverá divulgar a tabela da copa 60 dias antes do início da competição, ou seja, até o dia 07 de dezembro. Mas nem Independente e nem Parauapebas vão esperar para entrar com uma ação. “O que me deixa indignado é que estão falando que o coronel Nunes já até confirmou por meio de alguma entrevista a nossa saída e entrada do Paysandu na competição e não nos avisou nada. Se realmente acontecer, nós vamos entrar com uma ação, quer seja pela justiça comum ou pela desportiva. A Copa Verde é uma competição oficial e o patrocinador não pode exigir uma mudança dessas assim, dessa forma”, ponderou Deley.

A reportagem tentou contato com o presidente da FPF, mas até o fechamento desta edição não obteve retorno.

Reportagem: Kezia Carvalho/DOL

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