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Parauapebas inicia campanha de vacinação contra pólio e sarampo

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Iniciada nesta segunda-feira (6), a campanha vai até o dia 31 deste mês, período em que se pretende imunizar pelo menos 95% das crianças, um total de 14.935. Assim, neste mês de agosto, duas importantes vacinas estão disponibilizadas para a imunização de milhões de crianças em todo o país: sarampo e poliomielite.

A faixa etária atingida pela campanha foi estabelecida pelo Ministério da Saúde (MS), conforme estudos epidemiológicos, devido às crianças serem mais suscetíveis às doenças virais. As doses das vacinas são enviadas pelo MS e distribuídas aos municípios pelas secretarias estaduais de Saúde, de acordo com o contingente populacional.


As crianças que não receberam nenhuma dose durante a vida contra a poliomielite devem receber a vacina inativada poliomielite (VIP), enquanto aquelas que foram vacinadas uma ou mais vezes devem receber a vacina oral poliomielite (VOP), ou seja, a gotinha.

“O público alvo são as crianças de um ano a quatro anos, 11 meses e 29 dias. Mesmo se tratando de doenças já eliminadas no Brasil, é importante que os pais levem as crianças para serem vacinadas, para evitar possíveis surpresas”, orienta Michely Ferreira, diretora da Vigilância em Saúde de Parauapebas.

Já a vacina contra o sarampo é chamada de tríplice viral, ou seja, protege contra o sarampo, mas também contra a rubéola e a caxumba. Neste caso, todas as crianças que fazem parte do público-alvo devem ser vacinadas, exceto se já tiverem tomado a tríplice viral nos últimos 30 dias. Por isso, é imprescindível a apresentação da carteira de vacinação pelos pais ou responsáveis.

 

Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil está livre da poliomielite desde 1990, mas, devido principalmente a movimentos migratórios, há a preocupação de reintrodução das doenças no país.

O município de Parauapebas detém boa cobertura vacinal. “Muitos pais têm sido relapsos, confiando na erradicação, mas já temos sinais de alerta na região Norte, onde já se notou a incidência da doença. E a melhor forma de prevenção é a imunização”, alerta Michely, orientando que os pais procurem as unidades de saúde mais perto de suas casas e protejam seus filhos.

Reportagem: Francesco Costa/ Fotos: Douglas Camargo | Da Redação do Portal Pebinha de Açúcar

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