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Parauapebas perde posição entre municípios mais ricos do Brasil

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Sai a lista dos municípios mais ricos do Brasil. O ranking traz a revisão metodológica de cálculo do Produto Interno Bruto (PIB) feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para que o país se adeque às tendências globais de dados econômicos.

Em se tratando de Pará, uma das maiores surpresas trazidas pela nova metodologia expressa na divulgação da pesquisa “Produto Interno Bruto dos Municípios 2013” é o fato de que Parauapebas jamais ultrapassou Belém como município mais rico do Estado, nem mesmo em 2011, quando, no auge do preço do minério de ferro, o IBGE chegou a divulgar tal estatística.


Atualmente, para ter riqueza equivale à de Belém (estimada em R$ 25,8 bilhões), seriam necessários um Parauapebas (R$ 20,3 bilhões) e um Marabá (R$ 5,2 bilhões). Belém é o 2º município mais rico da Região Norte, atrás de Manaus (R$ 64 bilhões), e o 22º do Brasil. Parauapebas é o 3º da Região Norte e o 35º do Brasil; Ananindeua (R$ 5,5 bilhões) é o 16º e o 154º, respectivamente; e Marabá, 17º e 160º, respectivamente.

PARAUAPEBAS

Quatro anos atrás, Parauapebas estava pau a pau com Belém, perdendo por migalhas. O PIB da “Capital do Minério” até aumentou de 2012 para 2013 no consolidado, embora de 2011 para 2012 tenha sido verificada a maior queda para um município do país. No entanto, em 2014 a riqueza do município, a ser divulgada daqui um ano, vai estabilizar-se; e deve apresentar a maior queda nacional, mais uma vez, no consolidado de 2015, que será divulgado em dezembro de 2017.

Ainda assim, por conta de seu peso no PIB, Parauapebas é o município de interior amazônico com maior potencial de atrair investimentos. Isso porque a geração teórica de riquezas é fator preponderante analisado em estudos de implantação de empreendimentos de grande porte. Em linhas gerais, apesar de estar perdendo força a partir de 2015, Parauapebas se mantém como potência nacional.

MARABÁ

Em 2013, como já previsto, o maior destaque econômico do Pará foi o município de Marabá, cuja produção de riquezas, de um ano para outro, aumentou R$ 1 bilhão. Hoje, Marabá é a quarta praça financeira do Estado e triunfa sobre boa parte de seus rivais (as chamadas cidades médias) espalhados nas regiões Nordeste e Centro-Oeste do Brasil. Imperatriz (MA), Sobral (CE), Petrolina (PE), Vitória da Conquista, Itabuna e Juazeiro (BA), Araguaína (TO), Itumbiara e Luziânia (GO) nem de longe têm a mesma bala na agulha do município paraense, que já foi “mais pobre”, economicamente, que todos eles num passado não muito distante.
Curiosamente, Ananindeua, na Região Metropolitana de Belém, ganhou espaço na revisão e voltou a figurar à frente de Marabá, mas deverá ficar para trás na apuração de PIB de 2014, a ser divulgada ano que vem.

ALTAMIRA E CANAÃ

Os municípios de Canaã dos Carajás e Altamira também aumentaram a produção de riquezas de maneira assustadora entre 2012 e 2013 e figuram entre os dez mais ricos do Estado. Altamira, principalmente, escorado na movimentação de serviços proporcionados pela construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, praticamente quadruplicou seu PIB em quatro anos, a maior crescimento de município com mais de 100 mil habitantes registrado no Brasil. E

Em Canaã, os impactos diretos da implantação do projeto S11D no PIB teórico local só devem acontecer na divulgação de PIB a ser feita em 2018.

Reportagem especial: André Santos – Colaborador do Portal Pebinha de Açúcar

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