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Parauapebas trabalha para atingir a meta do Cadastramento Ambiental Rural

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Trata-se daquela que zera no município, o cadastramento das propriedades que ainda não foram atingidas pelo CAR-Cadastramento Ambiental Rural. O cadastramento identifica a propriedade rural, e são muitas as vantagens para o produtor. Dentre elas, a que habilita o pecuarista a vender para os grandes frigoríficos. O CAR é uma exigência legal.
Segundo o engenheiro ambiental da Secretaria Municipal de Meio Ambiente-Semma, Tarcísio Lira Milhomem, “os trabalhos estão se realizando com eficácia e, em breve, a equipe envolvida terminara com êxito CAR em Parauapebas”, garantiu. São cadastráveis em Parauapebas uma área de 648 Km². “Está faltando pouco, restam cerca de 351 Km² para terminarmos o serviço”, afirmou Tarcísio.

Dos municípios paraenses, Parauapebas apresenta uma situação sui generis, já que aproximadamente 91% da área municipal é área não cadastrável no programa. Cerca de 88 % do município é coberto por floresta primaria (Floresta Nacional de Carajás e Reserva Indígena Xikrim).


Para os técnicos do PMV, um departamento da SEMMA, atingir as metas estabelecidas pelo MMA passa por outras exigências, além da garantia do pacto contra o desmatamento. Recentemente o prefeito Valmir Queiroz Mariano assinou decreto instituindo o Grupo de Combate ao Desmatamento – GCD.

O grupo forma um colegiado multi-participativo, envolvendo a SEMMA, a Universidade Federal Rural da Amazônia-UFRA; o Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura-CREA; o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade – ICMBIO; o Centro de Educação Ambiental- CEAP; a Associação Comercial Industrial e Serviços-ACIP e será coordenado por um dos integrantes do colegiado através de uma secretaria executiva de três membros. Não serão remunerados e funcionará na própria Semma.

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