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Polícia Civil prende homem que teria aplicado R$ 30 milhões em golpes

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Denominada de “Operação Bovespa”, a ação policial foi resultado de inquérito instaurado na Divisão de Investigação e Operações Especiais (Dioe) para apurar as denúncias contra Luís Carlos, que, segundo os autos, atraia pessoas interessados em investir quantias em dinheiro na Bolsa de Valores imobiliários. O estelionatário prometia rendimentos que variavam de 11% e 15% acima do mercado financeiro.

A ordem de prisão foi expedida pelo delegado Neyvaldo Silva, da Dioe. A Justiça também expediu mandado de busca e apreensão na casa do economista, no bairro do Reduto, onde foram apreendidos computadores e outros materiais de trabalho, já encaminhados para perícia. As suspeitas são de que pelo menos 100 pessoas foram vitimadas pelo acusado.


Somente na Dioe, 25 pessoas denunciaram Luís Carlos. As acusações são de que Luís Carlos abriu um escritório, em Belém, onde fazia supostos investimentos na Bolsa de Valores. As investigações mostram, ainda, que ele exercia a prática desde 2004. No início de 2015, sob alegação de que o escritório faliu, ele fechou o negócio, deixando no local apenas uma carta digitada alegando avisando que iria reembolsar as pessoas, fato que nunca ocorreu.

O acusado chegou a ser ouvido na DIOE, durante o inquérito, por, pelo menos, duas vezes. Em todas o delegado solicitou que fossem apresentados os comprovantes dos valores investidos em dinheiro, mas, em momento algum, esses documentos foram apresentados. Luís Carlos alegava que somente apresentaria os comprovantes na Justiça. O acusado vai responder por crime de estelionato. Ele permanece preso à disposição da Justiça. Qualquer pessoa que reconheça no acusado o autor do golpe pode procurar a Dioe para formalizar denúncia.

Reportagem: Walrimar Santos

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