Confirmados
27.650
Recuperados
18.995
Óbitos
190

 Publicidade

Polícia espera ter chegado à associação criminosa em Parauapebas

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no whatsapp

Apresentados pela Polícia Militar na 20ª Seccional de Polícia Civil de Parauapebas, os suspeitos de ser donos “da mercadoria” deverão responder por tráfico de entorpecentes; crime previsto no artigo 33 da Lei 11.346, que traz jurisprudência a respeito desse tipo de crime, tráfico de drogas e associação para o tráfico.

Tratam-se de Fábio, Élisson de Oliveira Feitosa e José Jandeilson de Sousa Silva, em cujo poder foram encontradas 72 cabeças de cracks prontas para ser comercializadas e mais uma pedra pesando em média 100 gramas.


De acordo com o narrado pela Polícia Militar, tudo iniciou quando, por volta das 15 horas de domingo (29), foi feita a abordagem aos passageiros que estavam em um táxi, no momento em que Élisson tentava negociar um aparelho celular com o taxista identificado como Israel Soares de Sousa, como forma de pagamento pelo serviço prestado, que foi trazer de Marabá para Parauapebas sua namorada, a menor de ideia de iniciais G. L. C. M.; de 17 anos.

Porém, perguntado pela nota fiscal do aparelho, ele disse que estava com seu patrão, José Jandesilson. A guarnição militar pediu para ser guiada até a residência do citado, no Bairro Caetanópolis, onde, ao chegar teve autorização do proprietário da residência para entrar na casa, e este foi logo contando onde estava estocado o entorpecente.

 

No local ainda foram encontrados balança de precisão, máquina para cobrança via cartão e uma pequena quantia em dinheiro. O dono da residência não estava, porém, a polícia foi informada pelo sobrinho como que estando na casa da namorada naquele mesmo bairro. Sendo encontrado no lugar citado, o acusado confessou ser o dono da droga e dos demais objetos encontrados.

De acordo com o delegado plantonista Fernando Oliveira, foram presos três indivíduos, sendo um deles o dono da droga e outros dois comparsas responsáveis pela venda. Além de outros três, apresentados na mesma seccional, sendo dois suspeitos de ser compradores e um taxista que já tem passagem pela polícia; porém, não foram encontrados elementos que os vinculassem ao crime de tráfico de entorpecentes.

Os que estavam no táxi não foram indiciados por não ter comprovadamente envolvimento com o flagrante.

Publicidade

Veja
Também