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Polícia Federal faz diligências em unidades de saúde de Parauapebas

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Na última terça-feira (06), dois agentes da Polícia Federal estiveram realizando diligências em unidades de saúde em Parauapebas. Os policiais visitaram as dependências do HGP (Hospital Geral de Parauapebas), Policlínica, UPA (Unidade de Pronto Atendimento) e foram ainda à sede do Conselho Municipal de Saúde, localizada no bairro Cidade Nova.

Os policiais foram enviados a pedido do Ministério Público Federal (MPF) que vem recebendo denúncias do Conselho Municipal de Saúde desde 2014. Os agentes foram às unidades e registraram o que poderia fazer parte do objeto de denúncia, a exemplo das tubulações de oxigênio que existem na Policlínica, mas jamais teriam sido usadas, pois a estrutura foi erguida para funcionar uma UPA tipo III.


De acordo com o atual presidente do Conselho Municipal de Saúde de Parauapebas, Marden Lima, a PF está investigando informações que constam em um relatório que foi oferecido ao MPF, denunciando supostas irregularidades praticadas na Secretaria Municipal de Saúde, como a compra milionária em contraceptivos e o contrato com a empresa Gamp (Grupo de Apoio à medicina preventiva e à saúde pública), por exemplo.

As mesmas denúncias foram protocoladas também no Ministério Público Estadual (MPPA), de acordo com Marden Lima, membros do Conselho de Saúde no período das denúncias serão ouvidos pela PF. “Eles pegaram os dados de alguns conselheiros, para justamente dar o suporte e conversar com o Delegado de polícia federal a respeito de todas as denúncias realizadas na época”, afirmou.

Para o Conselho de Saúde, existem irregularidades que estariam sendo ainda praticadas. De acordo com o presidente, a UTI (Unidade de Terapia Intensiva) não tem estrutura suficiente para estar funcionando, além disso, o Centro de Hemodiálise do HGP, não teria alvará de funcionamento emitido pela Secretaria de Saúde do Estado, mas o governo do estado já estaria ciente da situação.

A respeito da UTI, o Conselho já encaminhou relatórios a Polícia Civil e ao Ministério Público Estadual. Segundo Marden Lima, um médico do setor relatou: “Isto aqui não é UTI, nós não temos medicamentos básicos, não temos estrutura, estamos com oito oximetros quebrados, não temos cateter, não temos equipo, não temos exame laboratorial, e pasmem, há duas semanas não havia alimentação especial para os pacientes da UTI”.

Reportagem: Jéssica Diniz / Da Redação do Portal Pebinha de Açúcar

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