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População e entidades ganham “queda de braços” e Prefeitura decide não transferir Pronto Socorro

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Talvez tenha sido uma das decisões mais acertadas do governo de Valmir Mariano (PSD), deixar funcionando o Pronto Socorro Municipal (PSM) no Bairro Cidade Nova. Pois, com certeza o movimento que teve no dia 17 de outubro com a integração do Conselho Municipal de Saúde, profissionais de saúde e a população em geral iria se prolongar por mais algumas semanas.

Durante o ato público realizado na manhã desta quinta-feira (27), chegou cópia da Circular 061/2016, na qual o Secretário Municipal de Saúde, Juranduy Soares Granjeiro, confirma a permanência, por tempo indeterminado, do PSM no mesmo local por tempo indeterminado. Segundo o conteúdo, o Governo Municipal considerou os anseios da população e regiões vizinhas e por isso manteve a permanência e funcionamento do Pronto-Socorro no Hospital Municipal de Parauapebas (HMP).


A insatisfação de vários segmentos da sociedade organizada teve início quando a Prefeitura de Parauapebas, através da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), decidiu transferir o atendimento de urgência e emergência exclusivamente para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), no Bairro Cidade Jardim, com exceção dos casos de traumas, que seriam conduzidos diretamente para o Pronto Socorro de Trauma do Hospital Geral de Parauapebas (HGP).

Enfermeira Leonice foi uma das pessoas que mais lutou contra a mudança do PSM
Enfermeira Leonice foi uma das pessoas que mais lutou contra a mudança do PSM

A justificativa era para que o espaço em que funciona atualmente o Pronto Socorro Municipal fosse destinado para o a área administrativa da Semsa, é que a secretaria atualmente funciona em prédio alugado. O que não foi aceito por grande parte da população, devido à localização da UPA ser no Cidade Jardim, distante da maioria dos demais bairros.

Antes da decisão da Prefeitura Municipal de Parauapebas de cancelar as mudanças, a OAB Subsede Parauapebas também entrou na justiça e pediu que a mudança não fosse realizada, porém, antes mesmo das autoridades judiciais se manifestarem, a Secretaria de Saúde voltou atrás de sua decisão.

Reportagem: Luís Bezerra

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