Possíveis contaminações por violência sexual ou rompimento de preservativo podem ser revertidos com medicação adequada

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Os acidentes com objetos perfurocortantes, violência sexual ou o rompimento de preservativos não precisam mais ser motivo de desespero ou regra para a contaminação com HIV/AIDS; pois, para casos assim, a população pode contar com a PEP (Profilaxia Pós-Exposição ao HIV), que pode ser usada até 72 horas após o ocorrido.

Trata-se de uma medida de prevenção de urgência à infecção pelo HIV, hepatites virais e outras infecções sexualmente transmissíveis (IST), que consiste no uso de medicamentos para reduzir o risco de adquirir essas infecções. Deve ser utilizada após qualquer situação em que exista risco de contágio, tais como: Violência sexual; Relação sexual desprotegida (sem o uso de camisinha ou com rompimento da camisinha); Acidente ocupacional (com instrumentos perfurocortantes ou contato direto com material biológico).


A PEP é uma tecnologia inserida no conjunto de estratégias da Prevenção Combinada, cujo principal objetivo é ampliar as formas de intervenção para atender às necessidades e possibilidades de cada pessoa e evitar novas infecções pelo HIV, hepatites virais e outras IST.
“É direito desses usuários procurar nossos serviços. Sendo de segunda-feira a sexta-feira, o serviço pode ser encontrado nas unidades de saúde ou no CTA. Mas, caso ocorra no fim de semana ou em um feriado, deve se procurar o Pronto Socorro do Hospital Municipal ou a UPA – Unidade de Pronto Atendimento”, orienta Milka Régia, enfermeira do Centro de Testagem e Aconselhamento de Parauapebas (CTA), detalhando que são feitos testes e o paciente passa por consulta médica quando o profissional prescreve um esquema combinado de antirretroviral que deve ser usado durante 28 dias, em cujo prazo vindo é refeito a testagem para confirmar que não houve infecção com os vírus.

As recomendações feitas pelos profissionais de saúde é que, caso o usuário tenha relações sexuais, durante os 28 dias de observação, deve ser usado preservativo para que, além de infectar o parceiro, não venha se reinfectar.

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