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Presidente da Câmara de Curionópolis manifesta apoio a secretário que ameaçou radialista

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A pacata cidade de Curionópolis parece não estar vivendo seu melhor momento democrático, visto que ontem (7), o secretário municipal de Meio Ambiente, Adalto Santos, ameaçou o radialista Wanderley Mota.
Nas ameaças, Adalto Santos desafiou o radialista a provar ser macho se colocar no ar um áudio enviando por ele; além de alertá-lo pelo perigo de “morrer afogado”.

Não bastasse o posicionamento do secretário, agora a pouco, na tarde desta quinta-feira (8), a equipe de reportagens do Portal Pebinha de Açúcar foi surpreendida com uma nota de apoio e solidariedade assinada pelo vereador Francisco Aderbal, popularmente conhecido como Aderbal da Padaria, em Serra Pelada, seu reduto eleitoral.


Aderbal é o presidente da Câmara Municipal de Curionópolis, e em sua nota, empenha a população de Curionópolis ao dizer que “o povo desta cidade, que te conhece e sabe do homem digno que és, apoia o seu jeito de falar”.

Em outro trecho da nota, Aderbal afirma que o secretário Adalto Santos não ameaçou ninguém e que “simplesmente fez uma colocação de um homem que está preocupado com o bem-estar do povo deste município”.
E encerra: “Conte com minha amizade e solidariedade em momentos de tanta incompreensão”.

Na contramão disto, o Sindicato dos Jornalistas no Estado do Pará (SINJOR-PA) enviou nota de apoio ao profissional ameaçado, afirmando que sindicato “repudia toda e qualquer ameaça à liberdade de imprensa e ao exercício das profissões da comunicação e, principalmente, repugna toda e qualquer forma de ameaça à vida”.

Diz ainda na nota que: “Com o mesmo ímpeto, o Sinjor-PA defende a ética na profissão e o uso responsável dos veículos de comunicação para o fim exclusivo de possibilitar o acesso à informação garantido em lei. Eventuais discordâncias sobre o conteúdo divulgado, inclusive para obtenção de direito de resposta, devem ser tratadas na via judicial, nos termos da legislação vigente”.

Por fim, o Sinjor-PA orienta os profissionais que sofrerem violência no exercício profissional que, imediatamente, registrem um boletim de ocorrência para que possam se cobrar providências das autoridades policiais e os responsáveis possam ser identificados e punidos.

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