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Professores continuam em greve em Parauapebas

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Hoje pela manhã, o sindicato fez mobilização na porta da Câmara Municipal reunindo dezenas de professores que ouviram de Luciene Moitinho, coordenadora do Sintepp/Parauapebas, as orientações sobre o prosseguimento da greve.


Um dos pontos de orientação é a ocupação do prédio da prefeitura que deverá ocorrer ainda hoje, sendo para isto feita convocação de toda a categoria através de carro de som.

Em entrevista, concedida ao jornalista Francesco Costa, Luciene Moitinho explicou os motivos que levaram o Sintepp e o Sintespp a não acompanhar a decisão tomada pelo Sinseppar (Sindicato dos Servidores Públicos de Parauapebas), mantendo a greve.

Ela assegurou que tanto o sindicato dos trabalhadores na educação (Sintepp), quanto na saúde (Sintespp) não concordam com o oferecido pelo Governo Municipal, 10% no reajuste salarial e R$ 290 pelo Vale Alimentação. “Não avançamos em nada, por isto não recuamos. O oferecido não representa a valorização dos trabalhadores”, lamentou Luciene, detalhando que o reajuste de 11% divulgado pelo Sinseppar não existe, comprovado por documento emitido pelo gabinete do prefeito Valmir Mariano.

Ela afirma que os trabalhadores que voltaram ao trabalho na expectativa do reajuste de 11% foram enganados.

Quanto a criação da Previdência Própria do Município, Luciene Moitinho diz ter sido recusada por unanimidade pela categoria sob a alegação de que no passado já existiu este tipo de organização com resultado desastroso. “O percentual foi recolhido do salário dos servidores, mas não repassado à instituição e quando requisitado trabalhadores não foram amparados”, lembra Luciene, enumerando que o percentual de reajuste salarial, discutido na presença do MP (Ministério Púbico), foi de 12% e o Vale Alimentação de R$ 325; números que segundo ela a categoria não abre mão.  

“Juntos entramos nesta greve e juntos sairemos  quando a categoria deliberar”, encerrou Luciene.

Reportagem: Francesco Costa

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