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Secretária de Educação de Parauapebas apresenta balanço do primeiro semestre

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A Secretária Municipal de Educação de Parauapebas, Juliana Souza Santos, começa seu balanço dando como positivo o reajuste concedido aos servidores da educação, 10%, além do vale alimentação que agora é de R$ 400; evitando com isso a greve na rede municipal de educação. “Fechamos o mês de maio com o pagamento da diferença salarial, gerada devido ao reajuste, dos meses de janeiro, fevereiro, março e abril; e no fim do semestre pagando as férias”, quantifica Juliana, comemorando que no fim do semestre veio também o reconhecimento pela qualidade na educação municipal em Parauapebas, certificação dada pelo Governo do Estado reconhecendo o Município como primeiro no ranking de aprendizado dos alunos dos quintos ano na matéria de Língua Portuguesa. O que ela qualifica como muito gratificante para os educadores a quem ela atribui a conquista.

As inaugurações de escolas são também, segundo Juliana, motivos para comemorar. E cita a Deyse Lorena, no bairro Novo Brasil; a Moranguinho, no bairro Rio Verde; e mais uma no bairro Palmares, João Evangelista, que iniciará seu funcionamento já no segundo semestre. Somada a outras 14 inauguradas neste governo dá um total de 17 escolas novas escolas e mais 12 reformadas.


Também é meta deste governo o fim dos anexos escolares que funcional em prédios alugados, já tendo sido eliminados 60% deles; outra meta da gestão é extinguir o turno intermediário, já tendo conseguido em 50% da rede municipal de ensino urbana e 100% na zona rural.

Mas não é só isso, 5 creches estão sendo construídas e várias em planejamento. “Claro que não resolvemos todos os problemas da educação no Município, mas nos esforçamos e fizemos mudanças significativas”, conta Juliana, explicando que tem trabalhado em equipe com os educadores da Rede Municipal de Ensino.

Mas o primeiro semestre não foi só de inaugurações de escolas, duas foram fechadas no bairro Tropical. Trata-se das escolas Nelson Mandela e Cora Coralina, respectivamente, que funcionavam em prédios locados e depois da visita do Ministério Público foi determinada que fossem fechadas pelo entendimento do MP que a estrutura não era adequada para funcionamento. “Era a melhor estrutura pronta que encontramos para alugar naquele bairro. E não poderíamos deixar as crianças sem estudar”, explica Juliana, relatando que com aquela determinação foi encerrado o contrato de locação, mas assegura que outro espaço já está sendo adaptado para que as crianças dos bairros Tropical e Ipiranga sejam atendidas já a partir do retorno das aulas no dia 3 de agosto.

Ao todo 50.185 alunos, distribuídos nas 66 escolas que compõem a Rede Municipal de Ensino, onde frequentam com uniformes doados pela Secretaria Municipal de Educação, sendo uma calça e duas camisas, além do uniforme de educação física composto por short e camiseta. A entrega, segundo Juliana Souza, iniciou em maio e ainda tem escolas recebendo.
O transporte dos estudantes foi alvo de preocupação deste governo, conforme explicado por Juliana Souza, que dá conta que foram adquiridos 105 ônibus escolares com recursos próprios do Município. “100 deles ficam rodando diariamente e cinco ficam de reserva para o caso de necessidade extra como, por exemplo, manutenção regular”, conta Juliana, detalhando que toda a frota é rastreada e possui controle de velocidade, dando mais segurança para os alunos.

Outro detalhe de segurança para os alunos é a carteira de estudante que será implantada já no início do segundo semestre para que apenas o aluno em seu devido turno use o transporte escolar e caso more em uma distância considerada pela Portaria do MEC que é de 1.500 metros.

Reportagem: Francesco Costa – Da Redação do Portal Pebinha de Açúcar
Foto: Arquivo/Frank James

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