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Servidores da educação voltam a protestar na Câmara de Parauapebas

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Foi por não ter grandes avanços nas conversas entre SINTEPP – Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Pará, e os poderes legislativo e executivo, que a coordenação do sindicato decidiu fazer ato público durante a sessão ocorrida hoje, terça-feira, 26 na Câmara Municipal de Parauapebas.

De acordo com a coordenação do SINTEPP, o presidente da Câmara alegou que os projetos de Lei precisam passar por todas as comissões antes de ser votado, o que foi interpretado pelos diretores da entidade que representa a categoria como “falta de vontade política, tanto por parte do governo, que enviou os projetos com atraso, quanto pela Câmara que, quando quer, aprova sem muitos protocolos. Essa segunda alegação se confirma no fato de os projetos ainda não terem saído das mãos dos procuradores da CMP”, interpretou Pedro Cavalcante, coordenador de assuntos jurídicos do SINTEPP – subsede Parauapebas, qualificando como jogo tanto do executivo quanto do legislativo.


 

As três votações são qualificadas por ele como de grande importância; e cita a suplementação (precatório); A aprovação do PCCR – Plano de Carreira, Cargos e Remuneração; E a eleição direta para diretores das escolas públicas. “Estamos aqui para uma manifestação ordeira e pacífica, pois queremos uma câmara amiga; não estamos aqui para fazer baderna nem bagunça”, disse Pedro Cavalcante em entrevista concedia à equipe de reportagens do Portal Pebinha de Açúcar, minutos antes de iniciar a sessão.

Porém, ao iniciar a reunião, os manifestantes filiados ao SINTEPP iniciaram um momento de gritaria e palavras de ordem que tornou impossível a condução da sessão ordinária. O presidente daquela Casa de Leis, Elias Ferreira, ainda tentou conversar com a categoria pedindo silêncio, e depois de não ser atendido, decidiu por encerrar a sessão.

Logo após a suspensão da sessão, membros da coordenação do Sindicato foram recebidos no gabinete da presidência para definir a respeito da votação dos projetos.

Por enquanto a coordenação do SINTEPP afirma manter o estado de greve e, caso não sejam atendidos com a urgência necessária, deflagrarão greve na educação pública municipal.

Reportagem: Francesco Costa / Da Redação do Portal Pebinha de Açúcar

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