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Silêncio da morte encobre pensamentos

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Por Bruno Menezes

Lá vai mais um corpo estirado no chão. Ao redor, ninguém sabe; ninguém viu. O silêncio da morte encobre os pensamentos e deixa todos ao redor tensos, nervosos, com pesar no olhar.


Ele achava que ia trabalhar. Mal sabia o que o futuro lhe reservava. O homem que construía casas, agora havia desabado. Quatro tiros tiraram seu alicerce, sem chance de defesa, sem chance de se explicar.

Alguns tentam justificar: “Esse aí fez coisa errada”. Outros buscam entender por que a morte é algo tão fácil na cidade, tão aparentemente tranquilo de se fazer.

Mas por aqui isso já não é novidade. O pedreiro já é o 4° assassinado nesta semana. Parauapebas já pode pedir música no Fantástico. A violência desenfreada deixa todos apreensivos. Quem será a próxima vítima neste município?

Texto literário sobre o homicídio do pedreiro Luís Nonato, ocorrido na manhã de terça-feira, 28 de agosto, em Parauapebas.

 

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