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Siproduz se manifesta sobre égua que foi abandonada durante a Cavalgada da FAP 2018

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Durante a noite do último sábado (1), repercutiu muito pelas redes sociais, principalmente WhatsApp e Facebook, vídeos e fotos de uma égua que foi abandonada de forma irresponsável durante a realização da Cavalgada da Feira de Agronegócios de Parauapebas (Fap 2018).

Após a grande repercussão do caso, ong’s protetoras de animais, como a APAMA, e populares em geral foram até ao local em que a égua se encontrava agonizando e tentaram reanimar o animal, porém, devido ao grande porte da égua, tiveram muita dificuldade.


Ainda na madrugada deste domingo (2), através da ação do médico veterinário Carlos Alberto Pacolla a égua começou a receber os primeiros atendimentos, recebeu medicamento, soro e apresentou melhoras.

Já na parte da manhã, o veterinário Antônio Júnior também esteve prestando atendimento ao animal que felizmente já não corre mais risco de morte.

O proprietário da égua, João de Deus do Nascimento, informou ao Portal Pebinha de Açúcar que um de seus netos emprestou o animal para que um amigo pudesse participar da cavalgada. “Eu fiquei sabendo que o animal passou mal e ficou se tremendo no sol quente. Imediatamente fui até lá, retirei a cela e deixei a égua em uma área de sombra”, relatou o senhor, informando que por duas vezes voltou ao local para ver como estava o estado de saúde da égua que está grávida.

Siproduz se manifesta

Pela manhã deste domingo (2), o Sindicato dos Produtores Rurais de Parauapebas (Siproduz), organizador da Cavalgada da Fap 2018, encaminhou nota ao Portal Pebinha de Açúcar e se pronunciou sobre o caso, veja abaixo na íntegra:

“Em relação a imagem de uma animal abandonado à beira da estrada após a Cavalgada do último sábado (01/09), o Siproduz – Sindicato dos Produtores Rurais de Parauapebas, esclarece que:
A Grande Cavalgada faz parte do calendário oficial da Feira de Agronegócios de Parauapebas-FAP, e todos os animais que fazem parte do evento são de responsabilidade do próprio cavaleiro/amazona/proprietário do animal e da comitiva a qual o mesmo foi inscrito. As comitivas assumem o compromisso no ato de inscrição, de cumprirem todas as regras e cuidados com os animais antes e após evento. Cuidados com embarque e desembarque, pontos de hidratação, e proibição de disparos de rojões durante o desfile, são alguns deles. Maus tratos aos animais é crime e considerado falta gravíssima e tem caráter eliminatório sumário da comitiva da atual e próximas cavalgadas. Entretanto, o Sidicato não tem como fiscalizar ações de cavaleiros independentes que participam do programação sem o registro legal. A fim de zelar pelo bem estar do animal, o Siproduz, inclusive, reduziu o percurso, que em anos anteriores já foi maior, e conta com o apoio de forças de segurança (PM/DMTT/GMP e Corpo se Bombeiros) para a manutenção da ordem durante o trajeto. O Sindicato não compactua com maus tratos aos animais e lamenta que algumas pessoas, por falta de zelo, não os tratem com o respeito e cuidados que merecem”.

 

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