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Usuários da Policlínica recebem orientações importantes no “Outubro Rosa”

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Faltando menos de 10 dias para terminar o mês de outubro, foi realizado uma palestra, do já conhecido “Outubro Rosa”, na Policlínica municipal de Parauapebas e Centro de Reabilitação (CER)

Segundo a Secretaria de Saúde (Semsa), devido à pandemia do novo Coronavírus, neste período de outubro foi decidido em não realizar as tradicionais programações da campanha de prevenção contra o câncer de mama.


Dona Carla dos Santos veio da Vila Sororó, onde trabalha como agricultora, para se consultar na Policlínica municipal de Parauapebas com uma ginecologista, e ficou surpresa com a atividade realizada na sala de espera.
“Eu fiquei bem interessada no assunto das doutoras, pois tenho um caroço no meu peito esquerdo e já vou pedir para a médica ver o que é”, explica a agricultora.

Carla dos Santos

A ginecologista Ísis Martins trabalha em Parauapebas há 6 anos, ela foi uma das palestrantes, e explicou a importância de a mulher conhecer seu corpo desde os 13 anos de idade, com o autoexame nos seios.
“O autoexame é importante para a mulher conhecer seu corpo e detectar qualquer alteração, pois assim pode procurar o médico para fazer a mamografia, que ajuda a detectar possíveis sinais de câncer de mama antes mesmo do nódulo ser formado, principalmente em mulheres com tecido mais gorduroso nas mamas ou que estão na fase da pós-menopausa”, explica a médica.

Porém, a profissional de saúde explica que apesar de raro, o homem também pode contrair esta doença, e o câncer de mama masculino também é fatal, se não tratado com antecedência.
“A cada 100 casos de câncer de mama registrados no país, um é de câncer de mama masculino”, ressalta Isis Martins.

Isis Martins

Outra palestrante foi a doutora Shirley Albuquerque, ela, em sua oratória, explicou outros tipos de câncer que atacam mulheres e homens, além do de mama.
“Aproveitamos o outubro rosa para tratar também de outro câncer que é o do colo de útero, que a campanha é realizada em março, bem no início da pandemia, e não foi trabalhada”, diz a palestrante.

Shirley Albuquerque

Ela também ressaltou que em pleno 2020 muitas pessoas ainda têm medo do câncer.
“A maioria das pessoas ainda tem um tabu, de que quem tem câncer vai morrer, mais hoje existe tratamento e cura para quase todos os tipos de câncer mais comuns, mas é fundamental identificá-lo bem no começo, para que a cura seja eficaz”, relatou Shirley durante sua palestra com as pessoas que estavam esperando atendimento na Policlínica.

Reportagem: Adersen Arantes | Portal Pebinha de Açúcar

 

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