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VEJA ONDE TEM EMPREGO: Listão dos municípios que mais contratam é atualizado

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Poucos dias atrás, a fanpage “Meu Parazão” informou que esta semana seria divulgado o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) referente a setembro. O Ministério do Trabalho (MTb) soltou dados novos e atualizados, que trazem o Pará como o terceiro maior gerador de oportunidades do Brasil, após dois anos consecutivos macabros, com muitas “cabeças” rolando no mercado de trabalho.

Agora, tanto a Grande Belém quanto o interior paraense apresentam-se superavitários. Dos 3.283 mil empregos criados no Pará em setembro, 93 foram na região metropolitana e 3.190 foram nos municípios interioranos. É o melhor setembro desde 2014.
Por outro lado, no acumulado do ano, o Pará ainda está no vermelho (com mais demissões que contratações) em 3.730 postos. A Região Centro-Oeste é a única do Brasil em que todos os estados estão no azul.
O Pará começou 2017 com 733 mil trabalhadores com carteira assinada.


RANKING DOS MUNICÍPIOS

A fanpage “Meu Parazão” apresenta agora o listão dos municípios, do Brasil e do Pará, que mais contrataram e mais demitiram em setembro. Destaque para Barcarena, o melhor do Pará e que ocupa a 42ª melhor colocação no ranking nacional. Já Belém, o município que mais desemprega no Pará, ocupa a 68ª pior colocação nacional.

No acumulado do ano, porém, a situação muda. O município de Marabá é, isolado, o maior manancial de oportunidades no Pará ao longo de 2017, com saldo positivo de 2.265 postos, ocupando a 23ª melhor colocação nacional. Barcarena, com 1.354 empregos criados, é o segundo melhor do estado e aparece na 66ª colocação do Brasil. Já os piores são Canaã dos Carajás, com 4.965 demissões acumuladas e décima pior colocação nacional; e Altamira, com 3.368 desligamentos e 16º pior do Brasil.
Marabá vai bem por conta do bom momento de explosão comercial que vive; Barcarena vai bem por conta da ressaca de implantação de projetos graneleiros; e Canaã e Altamira vão mal em razão da desmobilização de canteiro de obras civis de grandes projetos (o primeiro, do S11D, da multinacional Vale; e o segundo, da Hidrelétrica de Belo Monte, do Governo Federal).

 

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