Confirmados
27.650
Recuperados
18.995
Óbitos
190

 Publicidade

Vereadora sugere que se decrete “Estado de Calamidade” na saúde pública de Parauapebas

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no whatsapp

A vereadora Luzinete Rosa Batista (PV) dedicou seu tempo de cinco minutos, nas explicações pessoais da Sessão Ordinária realizada na última terça-feira (19) na Câmara de Parauapebas para detalhar a situação da saúde pública em Parauapebas, segundo a parlamentar.

Irmã Luzinete conta que na segunda-feira, 18, ela esteve com outros vereadores, visitando mais uma vez o Hospital Municipal Teófilo Soares, quando fizeram três reuniões: uma com o diretor do hospital, outra com o diretor administrativo e ainda com os médicos.


“Saí de lá preocupada, o negócio é mais feio do que eu pensava”, resume Luzinete, detalhando ainda que no Hospital Municipal não tem papel para fazer o receituário, estão copiando porque não tem papel; não tem envelopes para colocar os resultados dos exames de Raio X; não tem medicamentos, falta medicamentos que custa R$ 0,20; das 11 ambulâncias que carregam o povo para Marabá, Belém, Tucuruí, Redenção e outros lugares, nove estão quebradas, só duas funcionam; das 83 equipes de saúde do Pronto Socorro Municipal, número necessário para funcionar,- composta por um médico, um enfermeiro, em técnico de enfermagem, de seis, existem 12 agentes de saúde, um odontólogo e um técnico em odontologia, – só tem 18 equipes funcionando precariamente.

Revelação forte a vereadora fez sobre a situação nos PSF (Postos de Saúde da Família) onde a parlamentar contou que há uma ordem dada para que todos os pedidos de exames especializados sejam engavetados, por que não tem contrato com laboratórios para fazer. Tratam-se dos seguintes exames: tomografia, ressonância magnética, ultrassonografia, endoscopia, densitometria óssea e outros de grande importância.

Ainda segundo a vereadora, quem afirma isso são os médicos. “E sendo que o Hospital Municipal não tem estes equipamentos, é indispensável que se tenha contratos com clínicas particulares, e não tem. Não tem contratos também para consertar as ambulâncias”, admira-se Luzinete, sugerindo que se decrete “Estado de Calamidade”. Ela qualifica a situação como “uma vergonha, ouvir isso dos profissionais de saúde que estão estuando a decisão de pedir demissão em massa”.

Reportagem e foto: Francesco Costa – Da Redação do Portal Pebinha de Açúcar

Publicidade

Veja
Também