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Vereadores perdem a pose e fazem discursos ofensivos na Câmara de Parauapebas

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A Câmara Municipal de Parauapebas (CMP), é composta por professores, médicos e empresários; o que deixa subentendido que sejam homens e mulheres de razoável conhecimento e capazes de promover boas relações e discursos equilibrados, porém, nas últimas sessões ocorridas naquela Casa de Leis aconteceram coisas fora do comum para pessoas que, como citado, tem formação e maturidade.

Na sessão do dia 28 de abril, caso mais recente, o veterano de 5 mandatos, vereador Odilon Rocha de Sansão (SDD), falou na tribuna algo que deixou todos perplexos. O fato se deu no momento do uso da tribuna, no grande expediente, o que teve como resultado o corte do vídeo que ganhou o mundo nas redes sociais. No trecho, Odilon afirma: “…pensei seriamente se vale a pena ser vereador ou não vale a pena. Gente, tem coisas que é insignificante em função da outra. O valor que o vereador ganha aqui, se ele não for corrupto, ele não tenha nenhuma dúvida que ele mal se sustenta durante o ano, durante o mês. ”


As palavras ditas pelo vereador foram explicadas na sessão desta terça-feira, dia 5, quando ele, usou novamente a tribuna e disse que foi mal interpretado, principalmente por parte da imprensa, que ele qualificou como sensacionalista e oportunista.   O vereador solicitou ainda que o presidente da Casa de Leis, vereador Ivanaldo Braz (SDD), tome providências para que o servidor que repassou o vídeo, explique para quem ele entregou as imagens. “Essas imagens saíram desta casa e tiveram como objetivo tentar nos caluniar”, disse Odilon.

Vereador Pavão (SDD)
Vereador Pavão (SDD)

Mas quem abriu o precedente foi o vereador Francisco do Amaral Pavão quando, na sessão do dia 7 de abril, disse que o “Regimento daquela Casa de Leis não vale m… nenhuma”.

Talvez tais fatos ocorram tão frequente pelo fato de que não há na Câmara Municipal de Parauapebas uma Comissão de Ética.

Outro fato curioso ocorreu recentemente de fora daquela Casa de Leis. Trata-se do pedido de cassação de oito vereadores, feito pelo senhor Robson Cunha do Nascimento, advogado, com atuação em Parauapebas. A alegação do denunciante era a quebra de decoro dos vereadores. O processo porem, não foi extinto por votação dos próprios vereadores

E agora?
Vamos esperar para ver, pois a cada sessão temos uma surpresa desagradável e diferente!

Reportagem e fotos: Francesco Costa – Da Redação do Portal Pebinha de Açúcar

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