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Vereadores querem regularização do transporte coletivo em Parauapebas

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 A recomendação do vereador é para que haja uma legislação adequada e moderna, com maior rigor nas punições para o exercício ilegal das atividades clandestinas. Além do transporte público coletivo, o parlamentar refere-se aos serviços de táxi, moto-táxi, fretamento e transporte escolar.

Major da Mactra pediu aos demais vereadores que dêem atenção a este assunto, porque o transporte público “está sucateado e precisa de providências urgentes”. O parlamentar falou ainda da necessidade de ajudar os atuais prestadores deste serviço, pois entende que eles não podem ficar desamparados. A sugestão do vereador, caso seja realizada uma licitação é para que estabeleçam alguma maneira de inserir quem já trabalha na área. “Não acho justo que uma empresa de outro estado venha explorar o serviço. O dinheiro tem que ficar em nosso município”.


Odilon Rocha (PMDB) concordou e ressaltou que o modelo de transporte público que Parauapebas precisa não passa pela exclusão dos “vanzeiros”. “A regulamentação vai dar o tom em quem está correto e em quem não está. É preciso definir tarefas e também tem que respeitar o usuário”.

Israel Pereira, o Miquinha (PT) lembrou que já foram estudadas parcerias entre o governo municipal e as cooperativas para financiamento de novos veículos, mas essas negociações não foram concluídas. Para Miquinha o apoio à categoria precisa ocorrer de forma mais efetiva. “Esses trabalhadores tem que ter alguma garantia, porque como é que eles vão comprar novos veículos se não tem nenhuma garantia de que vão continuar prestando esse serviço na cidade?”

Irmã Luzinete (PV) também acredita que falta uma contrapartida do Poder Executivo Municipal. Segundo ela “a frota não foi renovada porque o governo não assinou uma carta de intenções. Ajudando as cooperativas nós vamos ajudar a população”.

Euzébio Rodrigues (PT) destacou que após a regulamentação do transporte público coletivo em Parauapebas será inevitável a realização de uma licitação. “É um projeto extremamente complexo e extenso. Depois que ele chegar a Câmara teremos que fazer audiências para discuti-lo, não será um projeto votado de imediato”.

Bruno Soares (PP) também falou da necessidade de se discutir a questão do transporte público com a população. “Não vi ainda nenhuma mobilização de todos os autores envolvidos para discutir o assunto. Precisamos promover audiências públicas para debater com a categoria para que eles possam participar da elaboração do projeto”.

Para Dr. Charles Borges (PSD) o assunto precisa ser discutido, mas “precisamos ser objetivos e eficientes para que esse problema não fique se arrastando por muito mais tempo”. José Francisco Pavão (PTB) também ressaltou que é necessário ter cuidado. “Vamos fazer com cautela, mas com rapidez, de uma maneira que possamos proteger nosso pessoal. Temos que apoiar sim, é uma obrigação nossa”. Devanir Martins (PP) se dispôs a colaborar. “Tudo que for para melhorar o sistema viário eu farei esforço para colaborar. Nós temos como melhorar muito a situação dos vanzeiros e dos usuários”.

Jose Arenes (PT) não acha justo excluir os atuais prestadores de serviço do processo. “O povo que trabalha desde o início, que atravessou as piores dificuldades, não pode ficar de fora, tem que regulamentar e dar suporte dentro da lei para garantir esse direito à eles. Assim daremos direitos às famílias para que permaneçam aqui, evitando assim que pais de família fiquem desempregados”.

O vereador Ivanaldo Braz (PDT) também demonstrou preocupação com as pessoas que já prestam o serviço de transporte na cidade. “Temos que tomar cuidado para que nossos companheiros não percam seus empregos. O município tem que oferecer alguma contrapartida”.

Nayara Cristina / Ascom-CMP

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