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Vistoria do Corpo de Bombeiros pode responsabilizar empresa por detonação de explosivos

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Após o incidente ocorrido ontem, 6, no Bairro São José, em Parauapebas, autoridades de segurança estiveram no local para fazer as avaliações das casas no entorno daquela área. Trata-se da detonação feita pela empresa JM Terraplanagens, tendo como resultado sete residências atingidas.

A Defesa Civil Estadual do Pará, representada pelo Corpo de Bombeiros Militar, iniciou os levantamentos na manhã de hoje e, de acordo com o subcomandante do 23º Grupamento de Bombeiros Militar em Parauapebas, capitão Walisson, que conversou com nossa equipe de reportagens, “ao ser acionado, nossa maior preocupação era com vidas humanas, mas, notamos que não tinha feridos nem escoriados e apenas perdas materiais”, simplifica Walisson, dando conta que em virtude disto a preocupação foram as famílias remanejadas que não podiam sofrer nenhuma consequência adicional, levando em conta que há por trás do ocorrido uma empresa responsável.


 

Além da situação das famílias, o militar diz que estão sendo levantadas as condições que foram utilizadas os artefatos para responsabilizar os culpados pelo erro na detonação. A verificação, segundo ele, vai desde o tipo de material usado, à legalidade da empresa para fazer uso dos mesmos. Serão registradas ainda a situação das demais residências para que tanto a população, quanto a empresa sejam resguardados de aproveitadores que, no futuro, possam apresentar reclamações relacionando-as ao incidente. “Nossa recomendação é que a empresa sente com as famílias e procurem resolver a problemática que é de todos”, finalizou o militar.

A Coordenadoria Municipal de Defesa Civil de Parauapebas (COMDEC), também continua no local para amparar as famílias que tiveram suas casas interditadas. O coordenador do órgão, Jales Santos, informou que a recuperação das residências e o retorno dos moradores para seus respectivos lares só serão feitas após as duas detonações que ainda faltam para concluir as obras.

 

Uma das vítimas da detonação é dona Mirian Bandeira, moradora da casa 11 na Rua das Mangueiras; ela é vendedora autônoma e diz que a situação está afetando também os negócios, pois, tem sua residência como base para o trabalho. “A empresa ficou de reunir com as famílias agora pela manhã, mas, não compareceram”, reclama Mirian, detalhando que a reunião foi marcada para as 7h00 desta quinta-feira (7), porém, não foi cumprido.

Reportagem: Francesco Costa / Da Redação do Portal Pebinha de Açúcar

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