Confirmados
27.650
Recuperados
18.995
Óbitos
190

 Publicidade

20 MIL EMPREGOS NO PARÁ: Mineração pode mudar realidade de comunidades carentes

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no whatsapp

Enquanto uma parte do Brasil insiste em demonizar a mineração, mesmo dependente inevitavelmente dela para sobreviver, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) reconhece: a indústria mineral tem uma oportunidade sem precedentes de mobilizar recursos humanos, físicos, tecnológicos e financeiros para promover o avanço dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). O Pnud é braço da Organização das Nações Unidas (ONU) e uma das entidades de maior prestígio do país nas ações qualificadas que visam a combater a pobreza e a desigualdade, fortalecer a governança democrática, o crescimento econômico e o desenvolvimento humano e sustentável. Ele, também, assina o famoso Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM), indicador de referência para mensurar qualidade de vida no país.

No meio do fogo cruzado da ofensiva que uma parte da imprensa brasileira tenta promover, colocando a sociedade brasileira contra o setor mineral, o Pnud lançou na semana passada o documento “Atlas: Mapeando os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável na Mineração”, que traz contribuições de iniciativas brasileiras e destaca a atuação do setor na Agenda 2030, com informações sobre como as atividades de mineração podem contribuir para cada um dos ODS — 17 objetivos, ao todo.


Embora, como em toda atividade econômica, tenha seus dilemas e seus pontos negativos, o Pnud destaca que, nas últimas décadas, a indústria mineral “fez avanços significativos na melhoria do modo de geração dos impactos ambientais e sociais, na proteção da saúde dos seus trabalhadores, no alcance da eficiência energética, no respeito e apoio aos direitos humanos, em proporcionar oportunidades de emprego decente e promover o desenvolvimento econômico”. Ainda de acordo com o órgão, “muitos dos minerais produzidos pela indústria de mineração também são peças essenciais para tecnologias, infraestrutura, energia e agricultura”.

O Atlas destaca que a formação de parcerias entre setor privado, sociedade civil e governos pode estimular a mineração, criando empregos, estimulando a inovação, com investimentos em infraestrutura e mudanças de longo prazo. Mostra ainda a importância do setor de mineração para a sociedade, considerando-se que é possível fazer a mineração de forma sustentável e articulada.

PESO DA MINERAÇÃO NA ECONOMIA

No Brasil, a indústria mineral é responsável por 193.500 empregos diretos e 696.600 no resto da cadeia (sem contar os indiretos), além de responder por 4% do Produto Interno Bruto (PIB). O país possui cerca de 8.400 minas ativas e 9 mil mineradoras.

No Pará, são 20 mil trabalhadores da indústria extrativa mineral, sendo que 13 mil deles estão concentrados em projetos de ferro, cobre, níquel e manganês na província mineral de Carajás, que tornou o Brasil referência no setor internacionalmente. A indústria mineral — da qual fazem partes engenheiros de minas, geólogos, engenheiros ambientais, engenheiros de segurança, técnicos em mineração, entre outros profissionais ― é, disparado, a principal fonte econômica do Pará.

Práticas irresponsáveis de algumas empresas não podem ser usadas como justificativa para macular todo o setor, que é imprescindível à sustentação das comodidades da vida moderna.

Para baixar o Atlas do Pnud, clique aqui: http://www.br.undp.org/…/publicaco…/atlas-mineracao-ods.pdf….

Com informações da Associação Paraense de Engenheiros de Minas – Assopem

Publicidade

Veja
Também