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Advogada assegura que suspeito de envolvimento com quadrilha é inocente

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Betânia Maria garante que a prisão de Antônio Sampaio será esclarecida e ele vai provar a inocência. “Ele terá sua reputação corrigida”, assegura a defensora, afirmando que o cliente dela foi vítima de uma grande injustiça e erro policial.

“Se ele fosse tão criminoso assim, e essa polícia tão boa de investigação, ele já não teria sido preso?”, ironiza Betânia Maria, dizendo que posteriormente vai entrar com processo contra o estado, pedindo indenização por danos morais, por entender que Antônio teve sua moral afetada pela acusação feita contra ele pela polícia.


O acusado foi preso em uma operação das polícias Civil e Militar em Parauapebas, e apoio da Polícia Civil do Maranhão, com outras duas pessoas, Ilton Carlos Martins, por tráfico de drogas, e Djalma Coelho, por posse ilegal de arma de fogo, e apreensão de 170 quilos de maconha prensada e cinco armas de fogo.

Segundo a polícia, com Antônio foram apreendidas as cinco armas de fogo, que estavam em uma fazenda localizada a 40 quilômetros de Parauapebas. O preso teria participação ao último assalto à agência do Banco do Brasil, em Curionópolis, ocorrido em agosto deste ano.

Para a advogada, as acusações não têm fundamento. Sustenta que seu cliente foi preso em uma situação inusitada. “Não existe prisão em flagrante. Embora ele estivesse, como diz a polícia, na condição de traficante e que guardava arma de fogo, no imóvel dele e com ele não foi encontrada nenhum grama de maconha e nem sequer munição de arma de fogo”, defende.
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Ainda segundo Betânia Maria, Antônio Sampaio trabalha há 25 anos na mesma empresa, há 10 anos é membro de um sindicato e trabalha junto com a esposa para poder manter a família.

“Ele é uma pessoa honesta, sem nenhuma passagem pela polícia ou justiça”, ressalta a advogada, frisando que Antônio foi preso quando estava na delegacia prestando assistência a um parente. “Será que se ele fosse esse traficante, assaltante de banco e portador de armas de fogo iria à delegacia?”, indagou. (Vela Preta/Waldyr Silva)

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