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Alunos das Palmares Sul e II ocupam Escola Sede em Parauapebas

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Não é de hoje que o ensino médio, que é de responsabilidade do Governo do Estado do Pará vem deixando a desejar não apenas na zona urbana, mas também na zona rural de Parauapebas.

Para se ter uma ideia, apenas no Bairro Cidade Jardim, encontram-se paralisadas duas importantes obras a mais de dois anos, sendo uma escola avaliada em mais de R$ 3 milhões e um centro técnico que era pra estar funcionando na Avenida dos Ipês, porém, ambos estão literalmente “jogadas para as cobras”.


Se na zona urbana os problemas são visíveis, imaginem na zona rural. E por lá, a situação não está nada fácil, tendo em vista que alunos reclamam que estão há mais de dois meses sem estudar devido a vários problemas que foram denunciados através de uma manifestação realizada no dia 19 de maio, onde na oportunidade os estudantes e familiares interditaram por várias horas a Rodovia Municipal Faruk Salmen com o objetivo de chamar a atenção de autoridades.

Após a manifestação, uma comissão organizadora dos estudantes das escolas Crescendo na Prática e João Evangelista, foi recebida por membros do Governo do Estado do Pará, porém, mais uma vez as promessas não foram cumpridas.

Na última segunda-feira (30), novamente pais e alunos dos bairros Palmares Sul e II se reuniram com membros do Governo do Estado, porém, como nada foi resolvido, na manhã desta quarta-feira (1), eles iniciaram uma manifestação que teve concentração nas dependências da Praça Mahatma Gandhi, no Bairro Cidade Nova, e de lá, se deslocaram até a Escola Eduardo Angelim (escola sede), onde fazem uma ocupação com o objetivo de chamar a atenção da imprensa e de autoridades.

“Após a última reunião, não sentimos segurança e nem convicção nas palavras da representante do Governo do Estado, ao falar que provavelmente na semana seguinte já haveriam aulas nas comunidades, e como a comunidade praticamente já se acostumou a sofrer nas mãos de representantes do Governo do Pará, no que diz respeito a educação, resolvemos coletivamente que seria necessário ocupar um espaço público que representasse o Estado, e decidimos fazer a manifestação na Escola Sede Eduardo Angelim”, destacou Evaldo de Almeida Fidelis, atual presidente da Associação dos Moradores da Palmares Sul.

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